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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

CHAPADINHA - POR QUE O NOME DO BAIRRO É CATERPILLAR

Praça do Caterpillar

 

A OBRIGEM DO BAIRRO DO CATERPILLAR

         Contar a história do surgimento de um bairro a partir de seu nome é uma forma de resgatar a memória local e identificar as influências históricas.

         O nome, muitas vezes, é a “chave” que funciona como pista para entender a origem de uma cidade, rua ou de um bairro. Geralmente é dado em homenagem a pessoas importantes, a geografia/natureza, a atividade econômica ou a origem cultural/migração.

         A toponímia do Bairro do Caterpillar surgiu na década de 60, quando se construía a Central de Piçarra, antiga BR-222. Num local afastado da cidade a empresa que construía a estrada descampou um terreno plano, aberto, de vegetação baixa para estacionar os maquinários da obra: trator e patrola/patrol da marca Caterpillar. E ao mesmo tempo, servia para a instalação do acampamento para os caçacos, (nome dado aos homens que trabalhavam naquela obra).

         A obra da Central foi concluída e alguns maquinários da marca Caterpillar, provavelmente quebrados, ficaram à deriva, abandonados no acampamento. Com o passar do tempo, foram construindo casas nas proximidades e ao seu redor. O local passou também a ser utilizado como campo de futebol pela população jovem da época.

Vista ada Praça do Caterpillar



         A população passou a chamar o local de Praça do Caterpillar e o nome ganhou força. E quando a população repete o nome coletivamente, ele se torna um topônimo. E assim, a nomeação popular ajudou a dar nome ao bairro, hoje popularmente conhecido como Bairro do Caterpillar.

Herbert Lago Castelo Branco

OBS: A reprodução deste texto ou parte dele é permitido, desde que seja dado o crédito da fonte e autoria conforma as formas e leis de direitos autorais.


terça-feira, 13 de janeiro de 2026

CATIBA DE CATIBIRIBA PRA TI

 

 


     ANEDOTAS E HISTÓRIAS DE ZÉ BUCHIM

Este livro baseia-se em relatos reais de pessoas que conviveram ou tiveram contato com o Zé Buchim. Algumas pessoas me contaram a mesma história com variações, pois quem conta um causo, uma historinha, um anedota, conta do seu jeito. Apenas adaptei, com uma caprichada nos cenários, uma ficçãozinha aqui e outra ali, situando a época ou não. E cada vez que eu as ouvia mais me deliciava com a maravilha que é a transmissão do conhecimento, o uso de tantas formas para falar a mesma coisa ou expressar a mesma ideia.

Nascido e criado na cidade de Chapadinha, no estado do maranhão, José da Silva Gomes, o lendário e folclórico Zé Buchim, era uma pessoa de feições caricatas, mestre em inventar anedotas e histórias engraçadas do seu cotidiano que faziam as pessoas rirem. Era como se ele tivesse um dom natural para encontrar ideias e maneiras de contar histórias de forma engraçada e humorística.

José da Silva Gomes

 Ao contrário dos que se diziam humoristas, ele era espontâneo, de fato engraçado, um genial piadista.

Zé Buchim nasceu no dia 7 de setembro de 1947 e faleceu aos 65 anos de idade no dia 21 de outubro de 2012. Mas hora e outra é lembrado e vemos pessoas falarem frases como: “Catiba de Catibiriba pra ti” e anedotas criadas e contadas por ele. Este livro tem como objetivo resgatar e garantir que as suas anedotas e histórias não caiam no esquecimento e fiquem registradas para que gerações futuras de Chapadinhenses conheçam o seu legado que representa um pouco do nosso folclore.

O livro ANEDOTAS E HISTÓRIAS DE ZÉ BUCHIM, será lançado no dia 16 de janeiro a partir das 20 horas no Abrigo Central, na praça Cel. Luis Vieira em Chapadinha e no dia 17 no Bar do Arinos, a partir das 11 horas.

Herbert Lago Castelo Branco

 

 


sábado, 13 de dezembro de 2025

HOJE, 13 DE DEZEMBRO, A BIBLIOTECA ALTERNATIVA COMPLETA 19 ANOS DE SUA FUNDAÇÃO

                           19 ANOS INCENTIVANDO A LEITURA E FORMANDO LEITORES

         

1ª Inauguração

  Em um pais que cerca de 75% das organizações fecham suas portas antes mesmo de completar 10 anos de existência, não é trivial que uma instituição sem fins lucrativos chegue a seus 19 anos, e isso é motivo de muita comemoração. Por isso, viva, viva, viva a Biblioteca Alternativa.
2ª Inauguração


A Biblioteca Alternativa Herbert Lago Castelo Branco é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 13 de dezembro de 2006, e nasceu do desejo que nutre seu idealizador poeta e escritor Herbert Lago Castelo Branco, de contribuir para o desenvolvimento social e cultural dos habitantes da cidade de Chapadinha, especialmente às crianças e jovens – com foco na formação de leitores, estimulo aos estudos e promoção da cidadania e o hábito da leitura como forma de lazer. A cidade de Chapadinha tem um pouco mais de 80 mil habitantes e fica na região nordeste do maranhão, há 240 km de distância da capital maranhense São Luís,

Ed. Dona "Neném" - Novo prédio da Biblioteca

            Com um rico acervo a Biblioteca Alternativa contém mais de 10.000 mil exemplares já cadastrado no sistema biblivre para todas as idades.  São livros de diversos temas, desde História, Geografia, Português, Matemática, Ciências, Biologia, Química, Física, Direito, Informática, Medicina, Saúde, Enfermagem, Recursos Humanos, Autoajuda, Artes, Religião, Literatura, Filosofia, Misticismo, Antropologia, Pedagogia, Sociologia, Geologia, Engenharia, Meio Ambiente, Agricultura, Agronomia, Zootecnia, Ciências Sociais, Psicologia, Inglês, Francês, Espanhol, Esportes, Política, Economia, Contabilidade, Espiritismo, Gibis, Teatro, Comunicação

Parte do Acervo da Biblioteca

e Marketing, Maranhensidade, Enciclopédias, Igualdade Racial, Revistas, Apostilas para concursos e etc. Indispensável para aqueles que buscam a biblioteca para pesquisas acadêmicas, teses de mestrado, monografias de conclusão de curso superior e trabalhos escolares. Acervo este, doado por voluntários de todas as idades, sexos, profissões e níveis de escolaridades, que contribuem para o desenvolvimento sociocultural de jovens e adultos da cidade de Chapadinha e região do baixo parnaíba.
Mine Biblioteca instalada nas praças

Além da realização de empréstimos de livros a Biblioteca Alternativa instalou Mines Bibliotecas nas praças de Chapadinha e realiza diversas atividades culturais como: saraus poéticos, roda de leitura, café filosófico, palestras e encenação de artes cênicas.

Os interessados em conhecer ou enviar livros a Biblioteca Alternativa fica na Rua do Comércio 1161 Centro - Chapadinha-MA, CEP: 65500-000, ou na página do Facebook https://www.facebook.com/bibliotecaalternativaherbertlagocastelobranco

https://biblioteca.link/Biblivre5/herbertlago/  e no sistema biblivre você pode fazer pesquisa de livros já cadastrados. Basta clicar em pesquisa = bibliográfica = colocar o nome do autor o do livro pesquisado e clicar em Listar Todos.

 

Herbert Lago Castelo Branco

        Presidente Patrono


quarta-feira, 14 de maio de 2025

INAUGURAÇÃO DO PRÉDIO SEDE DA BIBLIOTECA ALTERNATIVA HERBERT LAGO CASTELO BRANCO

 


     Na terça-feira, dia 13 de maio aconteceu a solenidade de inauguração das novas instalações da Biblioteca Alternativa poeta Herbert Lago Castelo Branco.

A Biblioteca Alternativa é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 13 de dezembro de 2006. Nasceu do desejo que nutre o seu idealizador poeta e escritor Herbert Lago Castelo Branco, de contribuir para o desenvolvimento social e cultural dos habitantes da cidade de Chapadinha, especialmente as crianças e jovens – com foco na formação de leitores, estimulo aos estudos e promoção da cidadania.


A Biblioteca Alternativa hoje contém um rico acervo com mais de 10 mil livros de variados temas/disciplinas, tem 1.306 sócios leitores e empresta em média 700 livros por ano.

Ao longo desses 19 anos, além de receber visitas de escolas, realização de empréstimos de livros, a Biblioteca Alternativa instalou Mines Bibliotecas nas praças da cidade e realizou ainda diversas atividades culturais como: Saraus poéticos, roda de leituras e cafés filosófico.

Em 2014 foi reconhecida e Certificada pelo Ministério da Cultura como Ponto de Cultura e, recentemente, participou do mapeamento dos pontos de cultura do maranhão realizado pela Secretaria de Cultura do Estado do Maranhão.

Veja abaixo trechos do discurso do poeta Herbert Lago Castelo Branco, presidente patrono da Biblioteca Alternativa.

Senhores e senhoras;

Há 19 anos demos o primeiro passo plantando essa semente. Nunca imaginei que chegaríamos a esse ponto. Talvez pela carência da comunidade fez com que esse projeto da Biblioteca se transformasse numa realidade. Hoje, é com imensa satisfação que celebramos a inauguração das novas instalações da Biblioteca Alternativa, que, em homenagem a minha querida e saudosa mãe levará o seu nome e se chamará edifício “Dona Neném” Maria da Conceição Lago Castelo Branco. Um espaço para estudo, para leitura e terão a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos e se manterem conectados com o mundo. 


A biblioteca é um ponto de partida para o crescimento individual do ser humano. Ela fortalece a educação, a cultura, o desenvolvimento intelectual e socioeconômico de Chapadinha. Ao incentivar a leitura, a pesquisa e o debate, estamos construindo uma sociedade mais informada, crítica e engajada. 

Que este espaço seja um farol de conhecimento para a nossa comunidade. Será um lugar de interação, onde as pessoas poderão compartilhar suas experiências, aprender um com o outro e construir um futuro melhor para a nossa comunidade. 

Como disse, demos o primeiro passo, mas, só um prédio isolado com novas instalações não resolve, pode não ser suficiente para cobrir as necessidades da nossa comunidade. Reflete a necessidade de um esforço conjunto e o apoio do poder público é fundamental para garantir a manutenção, a viabilidade duradoura e consistente para o sucesso desse projeto de inclusão social, onde a leitura e a cultura são ferramentas poderosas e fundamentais.

 Agradeço a todos pela presença, muito obrigado!

Herbert Lago Castelo Branco

Presidente Patrono

 

   

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

“PREDOMINÂNCIA DE PODER DE BELEZINHA”

com Dep. Aluízio, Belezinha toma posse

    Se a quantidade de vereadores eleitos no pleito deste ano em Chapadinha significar predominância política no município, e o bloco de partidos aliados vencedores for mantido, teremos, com certeza um monopólio de poder nunca visto antes aqui em Chapadinha, e que tira qualquer possibilidade de renovação do cenário local. Um mapa político com todas as possibilidades de permanecer no poder e com claras possibilidades de suplantar politicamente a “oposição” nos próximos quatros anos. Basta lembrar que, em outubro, um PDT ressuscitado pelo Deputado Aluízio Santos, elegeu 6 vereadores e o PL 4, afora mais alguns aliados de menor porte completando majoritariamente a bancada de 17 vereadores. Traçado esse mapa torna-se possível, antever, em tese uma enorme vantagem para as forças do atual governo de Belezinha, no sentido de uma ampla e generalizada vitória jamais vista em Chapadinha. Entretanto, tendo em vistas as reviravoltas possíveis que a política é capaz de dar num pais onde fervilham partidos políticos, onde atuam elementos destituídos de ética e de consciência partidária, que saltam de partido a partido como saguis de galho em galho. Sem que esse clima existisse, teríamos em 2028 uma vitória consagradora do atual grupo político. Mas, tal triunfo somente ocorrerá se as “lideranças oposicionistas” não caírem na esparrela de repetir as mancadas de 2024,

Herbert Lago Castelo Branco, 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

POETA CHAPADINHENSE FERNANDO NUNES É O GRANDE VENCEDOR DO VII FESTIVAL DE POESIAS DE BURITI

  

Fernando declamando seu poema

     O VII FESTIVAL BURITIENSE DE POESIAS, promovido pela AMIB – Associação dos Amigos de Buriti, finalizado no último dia 8 de dezembro, teve como vencedor em 1º lugar na modalidade: “autoria de poemas”, categoria adulta, o jovem poeta Chapadinhense Fernando Nunes, que, além de receber o troféu, certificado, um kit livros de poesias ganhou também o prêmio simbólico em dinheiro no valor de R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais).

 Chapadinha tem um legado poético valioso e na atualidade observa-se o alvorecer de uma nova poesia, como as de Fernando Nunes, que mostra de forma clara que a poesia Chapadinhense não expirou, continua florando, muito viva e fluente na inspiração de uma nova safra de poetas com um estilo próprio como é o poeta Fernando Nunes.

Fernando Nunes tem um estilo livre, de poemas curtos, mas de cadência profunda e ritmada, como podemos perceber abaixo em seu poema vencedor do festival.

Recebendo certificado

                      “VERSO TORTO”

Meu verso é torto,

Perdido entre o feio e o belo,

Mundo aonde me fecho,

Camuflado, branco, preto, vermelho, amarelo...

 

Meu verso é torto,

Feito nas tardes porosas,

Mastigado pelo tempo,

Dentro de seu próprio sentido, absorto, asas ao vento...

 

Meu verso é torto,

Pássaro de carne,

Voo rasante,

Rangido das horas,

Rastros do vento,

Desproporção, osso, pêlo, cartilagem,

Perfil traçado nas paredes do tempo.

 

Parabéns Fernando! Muito orgulhoso por essa sua conquista.

Herbert Lago Castelo Branco

 

 



sexta-feira, 6 de setembro de 2024

QUEM EM CHAPADINHA NÃO OUVIU FALAR EM APA – ANTÔNIO PONTES DE AGUIAR?

 

Deputado Antônio Pontes de Aguiar

    Antônio Pontes de Aguiar nasceu no dia 26 de agosto de 1927, na localidade Ponta da Serra, no município da cidade de Coreaú no Estado do Ceará. Filho de Miguel Teodoro de Aguiar e de Olindina Portela de Aguiar e teve mais oito irmãos: Adalto Pontes, Francisca de Aguiar Machado, Guiomar Machado de Aguiar, José Machado, Maria Pontes de Aguiar, Nilça Machado de Aguiar, Raimundo Pontes, Zilmar Pontes de Aguiar e o primo e irmão adotivo Francisco Modesto de Aguiar.

            Em 1946, com apenas 19 anos de idade Antônio Pontes migrou do Ceara para Contendas, município de Luzilândia-PI, e em 1948 casa-se com sua prima, Beatriz Portela da Ponte, filha do seu tio Manoel Machado da Ponte. Desta união tiveram os seguintes filhos: Nair Pontes de Almeida, Neide de Aguiar Portela, Levi Pontes de Aguiar, Olindina Pontes de Aguiar, Cleonice Pontes de Aguiar e Maria Pontes de Aguiar.

Pontes com esposa a Beatriz e filhos

            Em 1949, a convite de Manoel Garreto de Sousa (Nego Garreto), Pontes de Aguiar veio para o interior de Chapadinha, para um lugarejo conhecido como São José, onde se estabeleceu e deu início a sua trajetória de comerciante comprando amêndoas de coco babaçu e outros cereais, que trazia para Chapadinha e vendia para a Casa Mendes, do então empresário Benú Mendes. Com êxito nos seus negócios, transferiu-se para a cidade de Chapadinha em 1953, para dar continuidade nas suas atividades comerciais, instalando seu comercio e residência nas Terras Duras, onde hoje é a praça da Bandeira, para dar continuidade as suas atividade de empreendedor no ramo do comércio como varejista e atacadista, comprando carradas de bicicletas, máquinas de costura Singer e outras mercadorias. Mas tarde, motivado pelo sucesso de seus empreendimentos, instalou outras filiais em cidades como: Itapecuru, Vargem Grande, São Benedito do Rio Preto, Buriti, Brejo e Boa Hora, município de Chapadinha e na capital São Luis.

Gov. Sarney e prefeito Antônio Pontes

            Depois de enfrentar e superar preconceitos por ser imigrante do interior do Ceará e com pouco estudo, no ano de 1962 Antônio Pontes resolveu seguir uma nova caminhada e entrar na política candidatando-se ao cargo de vereador, elegendo-se para representar o povo de Chapadinha na Câmara Municipal. Um homem simples e carismático, e com sua popularidade em alta, em 1965 Pontes de Aguiar candidata-se ao cargo de prefeito, sendo aclamado pela maioria dos eleitores Chapadinhenses, tomando posse no dia 1º de janeiro de 1966.

            Sem dúvida alguma, o desenvolvimento e o crescimento de Chapadinha começa por Antônio Pontes de Aguiar. Foi ele, por meio de sua liderança que colocou Chapadinha no cenário político estadual. Fazendo com que Chapadinha se tornasse a cidade polo e a mais importante do Baixo Parnaíba. Durante o seu mandato como prefeito desenvolveu seu trabalho administrativo voltado para às principais carências do município e promoveu significativas melhorias na cidade de Chapadinha, investiu na educação e na saúde pública: construiu o primeiro hospital, escolas, matadouro municipal, praça e calçamentos. Além disso, desenvolveu a infraestrutura rural, construindo estradas e pontes sobre os rios Munim e Riacho Feio, facilitando o transporte e estimulando e revitalizando do comércio local.

Loja Matriz de Pontes em Chapadinha

            Após seu mandato como prefeito Antônio Pontes foi eleito 7 (sete) vezes a Deputado Estadual, entre os anos de 1970 a 2000. Sua influência estendeu-se por toda a região do Baixo Parnaíba. Encerrando a sua carreira política como vereador 2004 a 2008 e presidente da Câmara Municipal de Chapadinha.

Herbert Lago Castelo Branco

Fonte: Revista em sua homenagem “ANTONIO PONTES DE AGUIAR – Um homem Vencedorpublicada em agosto de 2024.

           

 

terça-feira, 13 de agosto de 2024

BELEZINHA JÁ GANHOU?!

 


O falecido e ex-deputado Wilisses Guimarães falava que política era que nem uma nuvem, muda todo instante. O candidato cantar vitória antes do tempo ou entrar na disputa com o sentimento de derrota diante de um adversário forte são premissas que, na maioria das vezes acabam em derrota, Achar que já ganhou ou perdeu são dois erros que todo político conhece. Além dessa obviedade e, embora a internet seja um espaço de propaganda, o eleitor só passa a ter interesse nas eleições quando a campanha chegar nas ruas onde atinge o eleitor desligado das redes sociais. Ai sim, as pessoas desinteressadas na eleição começa a conhecer as candidaturas e escolher os seus candidatos.

            Ninguém pode negar que a prefeita e pré-candidata Belezinha e uma das referências de gestora, assim como foi Antônio Pontes na década de 1960/70, até mesmo o Magno Bacelar nos seus dois primeiros mandatos. E por isso, não há dúvidas de que a prefeita Belezinha é a favorita e reeleição, mas repito, ainda não ganhou nada!  É bom não ficar nesse oba, oba. Quem viveu na política e conhece um pouco da política sabe muito bem que na política o jogo é bruto.

            Não custa nada alertar e pedir cautela, quando a gente ver o cupim comendo o telhado ele já está caindo. Josenildo está igual um cupim ninguém está vendo. Nem sempre um fenômeno se repete nas mesmas proporções, até porque cada eleição é diferente da outra, mas é importante lembrar o efeito Higor Almeida, candidato a prefeito na última eleição como também Lhaesio Bonfim na eleição para governador do maranhão.


Herbert Lago Castelo Branco

           

 

quinta-feira, 23 de maio de 2024

HIGOR ALMEIDA DEIXA UM GRANDE VÁCUO NA POLITICA CHAPADINHENSE

 

Higor Almeida

A desistência de Higor Almeida em concorrer à eleição pra prefeito de Chapadinha, anunciado em vídeo no dia 26 de abril de 2024, surpreendeu a todos nós e deixou um grande vácuo na política Chapadinhense e especialmente no PT – Partido dos Trabalhadores de Chapadinha que via em Higor Almeida a grande chance de chegar ao poder municipal, mas ficou órfão de uma candidatura ainda em gestação.

            No cenário atual não há quem poderia desempenhar este papel abandonado por Higor Almeida. A casta política Chapadinhense não se preocupou em construir novas lideranças ao longo de sua trajetória. Agora voltou tudo como dantes, está restrita a enfadonha política cotidiana tradicional “TUDO BELEZA OU BOM DE MAIS”, ou seja Belezinha ou Magno, não vai mudar em nada!

            A sociedade Chapadinhense até hoje está apática e espera uma justificativa mais aplausível de Higor Almeida. E ainda mais, que o jovem Higor Almeida não se omita e nem fique com os braços cruzados no processo eleitoral pois, o Chapadinhense o via como a opção de alternância de poder e a esperança do povo de Chapadinha era de ver mudança na política local.

Agora, resta ao PT – Partido dos Trabalhadores, reunir todos os companheiros e companheiras e construir um novo caminho e manter-se firme com uma candidatura própria como uma opção para os eleitores neném, que não quer Ducilene Belezinha e nem Magno Bacelar.

Herbert Lago Castelo Branco

sexta-feira, 3 de maio de 2024

NA POLÍTICA DE CHAPADINHA CRIOU-SE A CULTURA DO ASFALTO

 


AS CONSEQUÊNCIAS DO ASFALTAMENTO DESORDENADO

 Na política de Chapadinha criou-se a cultura do asfalto. Hoje, a nossa sociedade já não tolera mais as ruas no barro, poeira, nem mesmo calçamento por paralelepípedos. É verdade que a pavimentação das vias púbicas tem importância relevante na urbanização das cidades e até gera mais qualidade de vida para a população, valoriza imóveis e empreendimentos, além do bom fluxo do trânsito. Mas também, não é novidade para ninguém que o asfalto ou a pavimentação urbana que temos visto em Chapadinha é bastante precária e de péssima qualidade. Sem estudo do solo, de impacto ambiental, sem projeto técnico e mão de obra sem qualificação. Não se vê nem as imprescindíveis bocas-de-lobo. As consequências da falta de estudo e projeto técnico são os futuros alagamentos instantâneos, causando transtornos, erosões urbanas, inundações de residências, afetando as populações em condições mais precárias   como temos visto constantemente nas grandes cidades. Quando se realiza pavimentação asfáltica sem um sistema de drenagem, em pouco tempo, haverá prejuízos e transtorno para a população. A ausência de drenagem e de sistema de esgoto resultam em acúmulo de águas o que causará o surgimento de buracos, enchentes e alagamentos.


Como esperar que interferindo de tal forma no ciclo natural das águas, não se teria que arcar com consequências desastrosas e dolorosas. É a inevitável a “lei de causa e efeito”. Por isso, deve ser levado em conta que a água não respeita limites políticos. Além de estudo do solo e projeto técnico é necessária a construção de açude ou diques para amenizar o impacto ambiental na jusante, com o devido tratamento.  Com o asfaltamento desordenado que temos visto sendo realizado nos bairros de Chapadinha, não vai demorar muito tempo para vermos inundações e pessoas desabrigadas nos bairros da Cruz, São José, Baixão do Sapo, Japão, Aldeia, Vila Liberdade, entre outros. Rogo a Deus para que esta minha premunição não aconteça.

Herbert Lago Castelo Branco