
Local onde era o Posto com a Corrente
A
ORIGEM DO NOME DO BAIRRO DA CORRENTE
Na década de 50 até um pouco mais da metade da década de 60,
o posto fiscal da fazenda funcionavam de forma bastante manual e física, onde
uma Corrente ou Cancela era
literalmente utilizada para interromper o tráfego de veículos como: carros de
boi, caminhões, ônibus pau de arara etc., obrigando os motoristas a pararem para
conferência documental.
A fiscalização dependia da parada física do veículo. A “Corrente” simbolizava o bloqueio
físico. Se a fiscalização não estivesse satisfeita ou se a documentação
estivesse pendente, o veículo e/ou a mercadoria ficava detido.
Em Chapadinha, o posto fiscal da fazenda com a corrente ficava à época no final da
Rua Gustavo Barbosa com a Travessa da Corrente. Onde hoje é o Bar do senhor
Amadeu, sob os cuidados do então agente fiscal, senhor Durval Lopes.
Com a construção da Central (BR-222) e a expansão urbana de
Chapadinha, o posto fiscal da fazenda foi transferido para um local mais
afastado da cidade, na Boa Vista, onde hoje é o Posto Alvorada e passa a
Central (BR-222).
Esse fenômeno, conhecido como nomeação popular, onde o
sentimento de pertencimento e o uso diários dos moradores acabam definindo o
nome do lugar, muitas vezes sobrepondo-se ao nome oficial.
O
nome popular geralmente surge de uma característica física e assim, os
moradores começaram a se referir ao local onde ficava o posto fiscal da fazenda
como corrente. Portanto, a toponímia
do bairro, nomeado pela população ficou popularmente conhecido como Bairro da Corrente.
Herbert
Lago Castelo Branco
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