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segunda-feira, 21 de março de 2011

HERANÇA MALDITA: A CULPA É DE MAGNO OU DE ISAÍAS?





Há quem diga que a expressão “herança maldita” foi cunhada no Éden. Quando Adão foi flagrado consumindo a maçã proibida, disse: “Não fui eu, foi a mulher que tu me destes”. Eva, por sua vez, acusou a serpente. Apesar do jogo de empurra, ambos foram expulsos do paraíso. A partir daí, segundo a crença, os homens e as mulheres herdaram o pecado original.
Em Chapadinha, a expressão tornou-se conhecida quando Magno Bacelar passou a utilizá-la atribuindo as administrações do ex-prefeito Isaías Fortes tudo o que supostamente encontrou de errado ao assumir a prefeitura. Na prática, uma forma de desconstruir as administrações anteriores, justificando as imperfeições de sua própria gestão.
Exageros a partir, temos novas perspectivas. O PT está na Vice-Governadoria do Estado do Maranhão, com o senário político estadual favorável o PT de Chapadinha adquiriu presença estadual e agora faz parte da administração da prefeita Danúbia Carneiro.
No momento da atual administração municipal, há que perguntar: que legado Magno Bacelar deixou para Danúbia? Com certeza, até por lealdade, a prefeita só vai comentar os fatos positivos. Mas na verdade, a herança maldita são inúmeras, a começar pelo caos vivenciado na saúde pública, devido ao que não foi feito na administração de Magno Bacelar, fato natural em um processo político. Porém, considerando a relação política da prefeita com o seu antecessor, a herança, quando maldita, possivelmente não será mencionada. Nesse paraíso, a eventual culpa não será de Adão, Eva, Magno ou Danúbia. Vai acabar sobrando para a serpente ou para a maçã...

2 comentários:

Valmir Cruz disse...

Otimista que sou, vejo sempre os aspectos bons de tudo que acontece. No caso em questão, o cenário político chapadinhense é o melhor dos ja presenciados por mim. As possíveis fragilidades dos governantes, abrem portas para postulantes com habilidade, inteligência e coragem de enfrentar o secular poder instalado no estado do Maranhão e em particular em Chapadinha. Já presenciei dias piores e me recuso comenta-los em respeito ao princípio de que tudo pode melhorar. O futuro desta cidade está sendo escrito por múltiplas mãos e quem viver verá.

Herbert Lago Castelo Branco disse...

Caro Valmir,
Não é porque já presenciamos dias piores que temos que nos conformar com o "pouco que está sendo feito" ou com o que não está sendo feito. A gente ver os recursos indo para a cidade mas não estão sendo utilizados devidamente. Também me considero otimista, mas não me conformo com pouca coisa. Aliás torço para que a prefeita faça uma boa gestão, pois, assim toda a sociedade será beneficiada.
obrigado pela sua colaboração. Continue acessando o blog e participando com sua opinião.