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terça-feira, 30 de setembro de 2008

HISTÓRIA, LOCALIZAÇÃO E ACIDENTES GEOGRÁFICOS DE CHAPADINHA



Outrora um pequeno lugarejo habitado pelos índios anapurús, numa área pertencente aos municípios de Brejo e Vargem Grande. A partir de 1783, comerciantes foram chegando atraídos pelas belezas naturais da terra, o que em pouco tempo se formou num grande vilarejo, denominado Chapada das Mulatas, em referência às primeiras mulheres habitantes do lugar terem a pele caramelada, próprias do cruzamento entre as raças branca e negra.
Chapada das mulatas - localizada numa área de planalto excelente e arejado – foi palco da Balaiada em 1838, motivada pelo descontentamento do povo, em face da situação de miséria em que se achava. O seu líder local foi Raimundo Gomes Vieira Jutaí, negro, vaqueiro de profissão, que reuniu nove homens de sua raça, invadiu a cadeia da Vila da Manga, soltando seu irmão e todos os presos ali existentes.
No dia 13 de dezembro de 1838, data que marca a revolução dos Balaio, Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, um dos principais líderes do movimento, se juntou ao grupo de foragidos quando este chegou a Brejo e assumiu o movimento de vingança coletiva contra fazendeiros e proprietários.
Em 17 de outubro foi o povoado elevado à categoria de Vila com o nome de Chapadinha e desmembrado dos municípios de Brejo e Vargem Grande. Já em 29 de março de 1938 foi elevada a categoria de cidade pelo interventor Paulo Martins de Sousa Ramos. Devido ao seu progresso local começou a ter ares de cidade, sua economia cresceu consideravelmente com a produção de arroz, farinha de mandioca, milho, aguardente de cana, banana, laranja, com a colheita e beneficiamento de amêndoas de babaçu, para extração de óleo e derivados e ainda com um parque industrial em ascensão. Por ser uma área favorável aos criatórios, o município de Chapadinha é grande produtor de bovinos, suínos, caprinos, ovinos, granjas e peixes das mais variadas espécies.
LOCALIZAÇÃO
Localiza-se na microrregião do Alto Munim Maranhense. Fincada ao Nordeste do Estado do Maranhão, dentro do limite da região do Baixo Parnaíba, cuja posição geográfica a faz sobressair como um lugar atrativo e promissor. A região de Chapadinha é distante a 134 km da capital e tem uma altitude de (105)1300 m. numa área de 3.247,2km² e população de 64.116 habitantes (IBGE 2005). Limita-se ao Norte com os municípios de São Benedito do Rio Preto e Urbano Santos; ao Leste os de Mata Roma e Buriti; ao Sul Afonso Cunha e Codó; a Oeste Timbiras e Vargem Grande.
De clima salubre, a época chuvosa vai de dezembro a maio enquanto o período de estiagem estende-se de julho a novembro. A temperatura tem máximas de 37°, mínimas de 21 e mais freqüente 29°C.
ACIDENTES GEOGRÁFICOS
Os principais são: o rio Munim, que corta o município de Sul a Norte; o rio Iguará, que serve de limite entre Chapadinha, Codó e Timbiras e o rio Preto. Todos navegáveis por pequenas embarcações em pequenos trechos, no inverno. A lagoa Jatobá, de aproximadamente 30.000 metros, é muito piscosa e comunica-se com o rio Preto.
CIDADE
Um dos aspectos favoráveis ao desenvolvimento de Chapadinha é ser cortada ao meio pela BR-222, que dá acesso fácil a municípios vizinhos e a capital do Estado, servindo ainda como via natural aos transeuntes dos Estados do Piauí e Ceará que atravessam o lendário rio Parnaíba.
ASPECTO URBANÍSTICO
Por estar localizada em uma região plana e próxima da capital, o município de Chapadinha se apresenta como um dos mais promissores do Estado.
Pequenas edificações, ruas e avenidas largas - a maioria calcada por paralelepípedos - fazem parte da sua paisagem urbana. A cidade tem infra-estrutura razoável para receber os que ali chegam. Com pousadas, hotéis, restaurantes, bares, bancos entre outras.
GASTRONOMIA
A culinária chapadinhense é variada com destaque a panelada, mão de vaca e a galinha caipira com pirão de parida e os sucos de cajá, buriti, manga, caju, etc. Um aspecto novo a se considerar é a presença dos pratos gaúchos, onde até o tradicional chimarrão está sendo difundido pelos gaúchos que exploram as lavouras da soja na região.
ÁREAS NATURAIS/AMEAÇAS
Entrecortados por riachos, igarapés e brejos com suas nascentes de águas límpidas e cristalinas, o destaque é o repouso do guerreiro, área de mata fechada, piscinas natural e muito tranqüilo. Por ser um lugar particular, o acesso ás suas instalações só é permitido com autorização de seus proprietários. O município de Chapadinha vive hoje uma ameaça constante nas suas áreas naturais, com derrubadas de matas nativas, para dar lugar às plantações de soja, alterando por completo o ecossistema da região.



quarta-feira, 24 de setembro de 2008

CÃNDIDOS CANDIDATOS



Bastaria revelar a origem ou o sentida da palavra candidato e estaria tudo dito. Então digo: candidato significa “aquele que vai mudar de condição”. Até aí, nada demais. A gente sabe que a pessoa depois que entra para a política muda muito de condição, a tal ponto que alguns se convertem em políticos “incondicionais”, e vão tocando as coisas sempre dependendo da “condição”.
Mas não expliquei tudo o que está potencialmente contido na frase inicial da crônica. É preciso adiantar também que, para se entender os candidatos atuais, é preciso voltar ao passado, não apenas deles, mas a raiz da palavra candidus, que significa branco. Em muitos rituais de iniciação, candidus é a cor do candidato e a maneiro como ele se veste e revela a pureza de sua alma, a brancura de seus ideais.
Agora vocês estão me entendendo melhor. E, a rigor, já compreenderam o que eu tinha a dizer nesta crônica. Posso parar por aqui economizando o seu precioso tempo e o valioso espaço deste Blog. Mas existe ainda uma informação que não posso me furtar a dar: em algumas culturas, como informam Chevalier e Cheerbrant, os candidatos as funções públicas vestiam-se de branco. Que maravilha! Imaginem esse bando de candidatos, de todas as cores ideológicas, sob todas essas bandeiras partidárias, vestidos como almas freiras acenando para o nosso voto.
Ou será que nós, os eleitores, é que somos os candidatos espectadores, sempre iludidos, desenganados? Olhando eventualmente a campanha eleitoral na tevê penso que os candidatos estão numa batalha de sabão em pó. Parecem aqueles anúncios em que um sabão está sempre tentando nos convencer que limpa mais branco e candidamente que o outro.
Flaubert tem uma peça de teatro que foi um fracasso retumbante em sua carreira. O candidato (1874). Conta a história de um tal de Rouselin, que afastando-se dos negócios aos 56 anos, ao invés de se entregar à paz do ócio, resolveu candidatar-se a deputado. Resultado: torna-se uma pessoa mesquinha, ambiciosa, perde dinheiro e estraga a vida de sua família. Dizem que a peça nunca fez sucesso porque retrata com muito realismo a vida pouco cândida do candidato.
Já Voltaire tem aquele famoso romance Cândido (1759), no qual o tema é esse embate entre o idealismo idiota e a crueza da realidade. Aí, herói Cândido é educado por um certo Pangloss a achar que o ser humano é bom por natureza. Não deu outra: quebra a cara, cai na real e sai pelo mundo numa série de peripécias ao mesmo tempo dramáticas e irônicas.
O que aconteceria se um candidato (como ocorre em alguns programas humorísticos) resolvesse falar certas verdades? Explicitar, por exemplo, objetivamente, certas medidas vai tomar para resolver problemas crônicos? O público aceitaria? As pessoas iriam votar nesse candidato? Quantos votos perderia se dissesse o que é preciso dizer? Essa é uma questão paradoxal. Dizem que aquele político que havia lá em São Paulo, há uns 50 anos. Ademar de Barros, um predecessor de Maluf, ganhava as eleições porque seu lema era “roubo, mas faço”.
A temporada eleitoral, essa estação de discursos veementes, esse fervilhar de imagens aliciantes é um momento apoteótico em que se expõe a questão tanto prosaica quanto filosófica das palavras e das coisas. Entre o discurso e a realidade, em geral, preferimos o discurso. É disso que vive a publicidade, essa arte moderna da persuasão. A palavra é mais sedutora, ela acalenta mais e até nos gratifica imaginariamente.
Quer dizer, o problema não é o discurso, o problema é a realidade que tem mania de contrariar as palavras.

Affonso Romano de Sant’anna
Poeta e Escritor

domingo, 21 de setembro de 2008

Leis Eleitorais

Nunca criaremos uma democracia real se ela não se fundar no respeito integral a quem é e ao que deseja o eleitor

A população que vive nas cidades onde se capta o sinal das redes de televisão aberta ou do rádio, ou seja, a quase totalidade da população brasileira, está passando por uma experiência que vale a pena comentar. Menos no Distrito Federal, ela é alvo de uma das maiores e mais abrangentes campanhas de propaganda institucional de nossa história.

É a campanha que a Justiça Eleitoral está veiculando em todas essas emissoras, sobre as eleições municipais deste ano. Quem vê televisão ou ouve rádio nesses lugares, nem se quisesse, conseguiria deixar de receber seus efeitos.

Pelo que se pode perceber, ela se propõe a alcançar diversas metas. Comunicar aos eleitores que teremos eleições em 5 de outubro é apenas a mais óbvia e menos ambiciosa. Ela também quer ensinar coisas aos eleitores: a importância do voto, a necessidade de bem refletir antes de votar, que vender seu voto é errado, entre várias outras.

Parece algo tão normal que não haveria razão para discuti-lo. Mas há, pois a campanha nos permite ver quanto precisamos de uma reforma política.

No modo que fala, na forma que adota, ela revela o que temos pela frente, se quisermos melhorar o tônus democrático em nosso país.

Comecemos reconhecendo seu lado positivo. Em uma cultura como a nossa, onde a maioria do eleitorado tem níveis muitos baixos de escolaridade e existe obrigatoriedade de votar, são sempre bem-vindos os esforços de aumentar a informação da população sobre o processo político. A campanha contribui para isso, dizendo às pessoas quando será a eleição, quais os cargos em disputa, o que o eleitor deve fazer para registrar seu voto. São questões banais, mas que devem ser repetidas.

A pena é que a campanha fique nisso, no plano informativo. Se seus responsáveis soubessem quão sequiosa de informação é nossa população, talvez dedicassem mais tempo, da enorme quantidade de que dispõem, para essa finalidade. É de se perguntar por que não aproveitá-lo para explicar aspectos de nosso sistema político que poucas pessoas entendem. Para dar um só exemplo: por que determinados candidatos têm mais tempo que outros na propaganda eleitoral? Quase ninguém compreende uma coisa tão fácil de explicar.

O pouco que se investe na informação do eleitor é compensado pelo muito que é dedicado a tentar fazer algo totalmente diferente, sua pretensa formação. Parte expressiva da campanha é constituída por peças que visam a formar o eleitor, fazendo dele um “bom eleitor”. Nelas, se insiste na peroração de que “o eleitor não deve vender seu voto”, que deve “pensar bem”, que “votar mal prejudica o próprio eleitor”.

De onde seus autores tiraram que esses são problemas reais de nossa sociedade? A partir do que chegaram à conclusão que temos tantos eleitores irresponsáveis, inconseqüentes e venais que a Justiça Eleitoral “precisa fazer alguma coisa”?

Que alguém precisa ser ensinado a pensar assim? Subjacente a esses “bons propósitos”, existe uma profunda desconfiança a respeito de nosso eleitor e de nosso povo. A reboque dela, sempre há um pedagogo, que se acha tão superior que se imbui da missão de “guiar os ignorantes”. Nunca criaremos uma democracia real se ela não se fundar no respeito integral a quem é e ao que deseja o eleitor. Não existe meia medida: toda vez que se quer proteger o eleitor, ensiná-lo a ser assim ou assado, evitar que seja alvo de qualquer coisa (influência, manipulação, etc.), o que se consegue é o oposto.

A campanha institucional da Justiça Eleitoral tem méritos, mas mostra muitas coisas que precisamos fazer (e outras que não devemos fazer) na hora que a sociedade brasileira se puser de acordo sobre a reforma política que tantos desejam. O lugar de onde fazê-la não é o Judiciário, mesmo que esteja cheio de pessoas com as melhores intenções. O espírito de uma verdadeira reforma não é proteger o povo, guiar seus passos, mas parar de tratá-lo com paternalismo e condescendência.

Marcos Coimbra
Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

EM TEMPOS DE ELEIÇÃO

A política em Chapadinha,
virou assunto de inutilidade doméstica.
É só varrer para debaixo do tapete.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

O CIRCO


Quando o circo chegava na cidade de Chapadinha era um alvoroço só. Era interessante ver a lona subir. Uma mágica. As cores vermelha, azul e branca da lona, enfeitada com bandeiras, se impunha na praça São Raimundo. Um cercado de arame farpado, o carro da bilheteria, as tabuletas. O que acontecia lá dentro era um mistério que só seria desvendado na noite de estréia. No dia D o palhaço comandava na divulgação nas ruas da cidade anunciando o espetáculo. Um coro de crianças seguia o cortejo respondendo ao que o palhaço gritava no megafone:- Hoje tem espetáculo?- Tem, sim senhor.- E o palhaço. O quê é?- Ladrão de mulher. - Eu vou alí e volto já? - Vou comer maracujá. - Pipoca amendoin torrado? - Carreguei tua mãe num carrinho quebrado. - Duas pimenta não dá um molho? - Cabeça de negro só tem piôlho. - Virei a aba do meu chapéu? - Mulher buchuda não vai pro céu. E por aí íamos nós respondendo o que fora ensaiado rapidamente. Quando retornávamos da maratona, seguindo o palhaço em suas pernas de pau, recebíamos um carimbo de tinta azul no braço. Era a garantia de entrar de graça à noite. O maior desafio era tomar o banho sem tirar a tinta do braço. Sem ela não tinha o passaporte da estréia. E aquela era uma noite importante. A grande hora chegava com a noite. A bandinha na porta do circo, o pipoqueiro, o algodão doce. Lembro que entrei maravilhado depois de ter mostrado o meu carimbo. Lá dentro era a magia. Aquela lona azul com estrelas pintada era um céu de fantasia. As cordas, os trapézios, o picadeiro e o palco com a cortina fechada, já diziam que aconteceria o espetacular. Primeiro, o dono do circo, de fraque e cartola, anunciava o espetáculo. Dois palhaços já faziam uma cena pra chamar atenção e disfarçar a entrada do malabarista e da bailarina equilibrista. Quanta beleza nos gestos e perícia no equilíbrio. Os palhaços de novo. A gente ria das besteiras. O picadeiro recebia o leão e o domador dentro de uma jaula. Coragem do homem que, com um chicote, fazia o leão sentar e a onça atravessar um arco. A banda tocava uma música que anunciava a coragem e a tensão. Os palhaços voltavam enquanto o picadeiro era esvaziado. Os palhaços faziam a continuidade do espetáculo para não ter interrupção. O elefante entrava no picadeiro para se equilibrar numa pequena base sobre um cone. Depois sentava e fazia contas com as patas seguindo as ordens do domador. Os palhaços voltavam. Daí faziam um número maior com um calhambeque e macacos no palco e faziam estripulias de causar inveja ao equilibrista. Parecia que ele caprichava pra errar e pra ficar engraçado. Quando este número acabava, tambores anunciavam o momento de maior tensão. Os refletores se voltavam para o céu de lona. Os trapezistas já estavam a postos. A gente ficava com o coração pequeno nos saltos. E os olhos acompanhavam a trapezista que mudava de mãos dos trapezistas como se tivesse asas. A música aumentava a tensão e o duplo mortal acontecia no momento em que corações da platéia saltavam pela boca. Na emoção crescente que vinha acontecendo ficávamos aliviados com o intervalo. A segunda parte do espetáculo era o que chamávamos de "Drama". Um teatro popular era dramatizado no palco pela bailarina, trapezistas e palhaços que viravam atores. O "Coração Materno" de Vicente Celestino foi pra mim um "Drama" inesquecível. Uma tragédia no palco em que o coração da mãe era oferecido à amada. Aquilo me marcou a alma. A magia tinha chegado ao ápice na tragédia. Fui pra casa e não dormi naquela noite. No dia seguinte a vida seguia morna. Mas a convulsão do circo era inesquecível...

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

1ª BIENAL INTERNACIONAL DE POESIA DE BRASÍLIA

Biblioteca Nacional lança a I BIP
Brasília vai receber os poetas em setembro

Enquanto prepara o seu acervo, a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), sob a direção do poeta e professor da Universidade de Brasília Antonio Miranda, trabalha paralelamente na organização da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (I BIP), um projeto arrojado, que visa a tornar o DF um solo fértil à produção de qualidade e celebração da poesia. A preparação do evento contou com o apoio de parceiros variados, em discussões sistemáticas promovidas na BNB, desde setembro de 2007.
Desde então, mais de uma centena de poetas brasileiros e estrangeiros foram convidados a participar da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (I BIP), que será realizada de 3 a 7 de setembro, em diversos espaços culturais da cidade. O evento reunirá as novas tendências da poesia contemporânea brasileira e internacional escrita, falada, cantada, visual, performática e digital. Leia mais

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

THIAGO DE MELLO É O HOMENAGEADO DA 27ª FEIRA DO LIVRO

Thiago de Mello é o Homenageado desta 27ª Feira do Livro. O poeta amazonense de 82 anos de idade, um dos mais prestigiados do país, é o homenageado da Feira do Livro 2008 e figurará como estrela principal do maior evento literário do Centro-Oeste. Amadeu Thiago de Melo é natural de Barreirinha, no Amazonas. Nasceu em 30 de março de 1926 na capital do estado, mudando-se quando jovem para o Rio de Janeiro, cidade onde cursou medicina.
Os estudos na faculdade não foram muito longe. No quarto ano, Thiago abandona a medicina para se tornar poeta.Thiago de Mello é hoje uma das vozes mais ativas na defesa dos direitos humanos, a ecologia e a paz mundial. Suas lutas lhe renderam tempos difíceis, quando foi perseguido pela ditadura militar de 1964. O regime o fez exilar-se no Chile, até 1973.
Suas poesias cruzaram atracaram nos Estados Unidos, Alemanha, Cuba, Argentina, França e muitos outros países mundo a fora. Entre seus textos mais famosos, destacam-se Silêncio e Palavra (1951), A Lenda da Rosa (1956), a Canção do Amor Armado e Estatutos do Homem. Por isso, pelo conjunto de sua obra, a Câmara do Livro do Distrito Federal presta esta merecida homenagem ao poeta Thiago de Mello.

PESSIMISTA