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quinta-feira, 24 de maio de 2018

ARTISTAS CHAPADINHENSES REIVINDICAM CASA DA CULTURA.



Na noite de ontem 24/05, um grupo de artistas Chapadinhenses, representado pelo cantor kid Mathusinho, entregaram ao Secretário de Cultura Ed Farma, documento assinado por mais de 50 artistas reivindicando a Casa Cultura de Chapadinha.
Artistas entregando reivindicação ao Sec. de Cultura Ed.
A proposta foi aprovada no I Encontro dos Artistas Chapadinhenses, realizado no dia 06 de maio de 2018 e prevê a criação da Casa da Cultura de Chapadinha, através da recuperação das estruturas do prédio da praça São Raimundo, que serviu inicialmente a Escola Cirandinha e após a Guarda Municipal, na transformação do mesmo em uma Casa da Cultura de Chapadinha.
É um imóvel que faz parte das estruturas do município. A reivindicação dos artistas pretende destinar o local em espaços para as manifestações artísticas e culturais do município de Chapadinha.
Reunião Com o Sec. de Cultura Ed Farma
A reforma deste imóvel, transformando-o em Casa da Cultura, estará oportunizando à comunidade um espaço adequado para o desenvolvimento de projeto de ações culturais, atividade artísticas e consequentemente educacionais.
A destinação do prédio para Casa da Cultura de Chapadinha estará promovendo o município de Chapadinha um instrumento de resgate, preservação e difusão da nossa história, hábitos, costumes e tradições culturais,auxiliando na democratização do acesso à cultura, na formação de cidadãos evoluídos culturalmente e certamente mais comprometido com as questões sociais.
Hoje, as ações culturais promovidas no município de Chapadinha acontecem de forma individual e isoladas, com frequência em locais improvisados como de escolas, associações, igrejas e praças.
Sec. de Cultura Ed Farma recebendo documento
 A criação de uma Casa da Cultura é um desejo da população artística de Chapadinha, tendo em vista a necessidade de organização de um espaço cultural para interagir com a comunidade local, bem como para criar instrumentos que viabilizem a formação e desenvolvimento, principalmente de crianças e adolescentes do meio urbano e rural.
O desenvolvimento de uma sociedade passa indiscutivelmente pelo investimento cultural. Neste sentido, é de extrema importância a centralização das atividades em uma edificação única, abrindo espaço para promoção de ações culturais em todos os seus segmentos: música, dança, artes cênicas, cinema, exposições, artes plásticas, palestras, literatura, oficinas culturais e gastronômicas, ações de preservação e resgate da nossa cultura, entre diversas outras atividades que podem ser idealizadas e promovidas. Uma vez que, em Chapadinha, é grande a ausência de estruturas adequadas para o desenvolvimento das manifestações e práticas culturais.
I Encontro dos Artistas 06/05 onde a reivindicação foi aprovada
E o objetivo dos artistas é manter uma programação anual de eventos e ações culturais em parcerias com escolas, associações e entidades da cidade para promoção de atividades sócio culturais.
Contribuir para a valorização de artistas amadores e profissionais, através da oferta de um espaço propício para apresentação de seus trabalhos.
Neste sentido, justifica-se a presente reivindicação em relação a importância para a sociedade em geral.



sexta-feira, 16 de março de 2018

BIBLIOTECA ALTERNATIVA 10 anos incentivando a leitura e formando leitores.


A Biblioteca Alternativa Herbert Lago Castelo Branco é uma instituição sem fins lucrativos e nasceu do desejo que nutre seu idealizador, o poeta e escritor Chapadinhense Herbert Lago Castelo Branco de contribuir para o desenvolvimento social e cultural dos habitantes da cidade de Chapadinha, especialmente às crianças e jovens – com foco na formação de leitores, estimulo aos estudos e promoção da cidadania.
Os Chapadinhenses também tem participado ativamente desse projeto de incentivo à leitura e na formação de leitores, doando obras de escritores brasileiros e estrangeiros.

            A Biblioteca Alternativa Herbert Lago Castelo Branco, oferece mais de 10 mil títulos de autores brasileiros e estrangeiros. Obras que se dividem em diversas categorias romances, poesias e crônicas. Além disso, os frequentadores poderão usufruir de todo esse acervo com temas importantes como: literatura, politica, antropologia, filosofia, sociologia, direito, pedagogia, ciências sociais, enfermagem, medicina, comunicação e marketing, teatro, administração, ciências da computação, recursos humanos, motivacional, química, física, geografia, história, português, economia, religião, Gibis, revistas. O acervo também conta ainda com apostilas para o ENEM, Vestibular e para quem está se preparando para prestar concursos públicos.

A Biblioteca Alternativa funciona de segundo a sexta-feira, de 8h às 12h e das 14:30 às 17:30h, na rua do comércio 1161, centro. Para o empréstimo de livros o leitor precisa apresentar cópia de comprovante de residência e uma foto 3x4 para cadastro e fazer a carteirinha. A permanência com o livro dura 8 dias, e se necessário, o empréstimo poderá ser renovado. Tudo é gratuitamente, mas caso aja atraso na devolução é cobrado multa de R$ 2,00.

Como disse Vargas Losa "Um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que fazem passar por ideias". Mesmo porque, a leitura é a principal ferramenta para melhorar a qualidade da educação e para construir um pais que ocupe os primeiros lugares quando se avalia educação e desenvolvimento humano.

Herbert Lago 

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

VISÃO HISTÓRICA DA LITERATURA CHAPADINHENSE E SEUS ESCRITORES.

A cultura das diferentes populações se expressa através de diferentes formas, uma delas é a literatura. Essa que por sua vez tem suas ramificações, entre elas está a poesia. A forma mais antiga de poesia é a oral que é passada de geração em geração, muitas vezes em forma de música. A poesia inclusive é mais antiga que a própria criação do alfabeto, e a partir dessa puderam ser registradas as criações para a prosperidade, pois o homem sempre teve necessidade de se comunicar e expressar seu eu, no pensamento dos germânicos a poesia está presente em todas as formas de expressão artística: música, pintura, escultura etc., tornando-se o núcleo residual de todas as artes.
Nascendo com a poesia, a Literatura Chapadinhense continua sob constante crescimento. A partir das publicações de Oliveira Roma e Mata Roma (1896-1959), dá-se o início da primeira fase da primeira geração de escritores Chapadinhenses. A primeira fase da Literatura Chapadinhense.
Entendo por Literatura Chapadinhense o conjunto de obras de escritores que nasceram em Chapadinha, como também, aqueles que se fixaram e escolheram Chapadinha para morar. E posso afirmar com segurança que a história dará certamente, a Mata Roma o título de primeiro poeta Chapadinhense tal a força lírica de seus versos. Um dos maiores Poeta da literatura Chapadinhense, é comparado ao também maranhense Humberto de Campos, grande expoente do parnasianismo e simbolismo. Sua obra deixa mostrar as marcas de um talento uniforme.

Classificar os Escritores e a História da Literatura Chapadinhense dentro de períodos é muito difícil, por isso achei conveniente classificar por gerações, começando com Oliveira Roma e Mata Roma.
 A primeira geração de intelectuais Chapadinhenses deixou influenciar-se pelos acontecimentos políticos da época ou pelo fascínio das fases que se desenvolviam para fixar conceitos e opiniões sobre aspectos jurídicos, como é o caso de Oliveira Roma, pelos filosóficos e sociais como Mata Roma (1896– 1959). Admiram e acompanham os que dinamizaram o regionalismo o socialismo, a esperança e a fé como: Zizete Cunha Ferreira, Clara Martins (1922-2013), Nonato Vale (1924-1992), Ana Rodrigues (Nazinha), Ataliba Vieira (1911–1997), Helvécio Vieira Passos (1918-1992), Eduardo Luís da Silva (1935-2015)), Benigna Araújo,  Maria Camélia Pimentel (1916-2013), Zizete Viana Araújo, Lourival Passos (1925–1995), Eliza Carneiro Duarte, Maria do Socorro Martins Santos, Maria José Trapiá, Totonha Teixeira, Gilda Oliveira Elias, João Batista dos Santos, Totonha Galvão, Aderson Lago, Raimundo Marques, Auridéa Passos, Carlos Borromeu, Delmar Carneiro, Adalto Batista Santos, repercutindo também na poesia de cordel, iniciada e representada pelo poeta repentista Chico Bolota (Estrelinha do Norte), e tantos outros, da primeira fase da primeira geração de poetas e escritores Chapadinhenses.
Chapadinha tem um legado poético para a história. E na atualidade observa-se o alvorecer de uma poesia nova que mostra de forma clara que o poeta Chapadinhense continua muito vivo e fluente em suas inspirações, representada por Herbert Lago Castelo Branco, Maria Coelho, Zé de Riba, Abnadabe Monteles, Casagrande, Antônio José (AJ), Alexandre Pinheiro, Rosanea Passos, Anaxmano, Sousa Neto, José Aldo e Diogo Rodrigues.
A poesia não expirou. Mesmo sendo esquecida e pouco falada, uma nova mentalidade literária está tomando conta de Chapadinha hoje. Talvez pela presença da universidade, pelas facilidades dos meios de comunicação humana, pela consciência da necessidade de criação do novo, há nomes emergentes, em constante ebulição, para quem sabe um dia surgir um grande poeta desses versos singelos e adolescentes como desta nova safra (geração) de escritores e poetas encabeçada por Lucele Berce, Fernando Nunes, Edlaine Bezerra e todos que participaram da antologia organizada pela escola Unidade Integrada Prof. Oliveira Roma, em que destacaram-se alguns jovens poetas dentre eles: Anderson Martins, Lucas Aragão, Saulo Gomes, Natalia Meireles, Laysla Thayara Barbosa, Sâmya Barros, Jhorlano Cardoso. Lucas Cunha, Estela Silva, Layla Grazielle dos Santos, Samaele Cardoso Seiva, Samily Virginia Almeida, Antônia Ingide, Rogério da Silva, Rafael dos Santos, Tallenny Gomes dos Reis, Andreza Maciel, Victoria Silva, Cristyanne Pereira, Lucas Tharlisson Sousa, Gabriel Mussuri Santos, Maria Fernanda, Marcelo Araújo do Carmo, Hêmille Thayres, Robert Samarony Natasha S. Silva, Antônio Lucas, Karollyne Melo Costa, Francinaira da Costa, Victor Gabriel, Vinícius Carvalho, Jaqueline Oliveira, Gildevânia Lima, Francielly Mendes da Costa, Victor Oliveira. Não esquecendo que dentre as poesias selecionadas encontra-se o texto da aluna do 8º ano Ellen Maysa Martins da Silva, que venceu o concurso estadual de Olimpíadas de Língua Portuguesa (OMLP), com a produção de uma memória literária intitulada “Maranhão, Minha Terra e Minha Gente”. Tudo entretanto, como já foi dito está em floração. Estou certo de que está publicação com a “VISÃO HISTÓRICA DA LITERATURA CHAPADINHENSE” suscitará num futuro próximo, um debate aprofundado.
Estou convencido também, que as obras publicadas como: “VELHOS RITIMOS” de Mata Roma; “TEMAS E ESBOÇOS” de Nonato Vale; “DO GIBÃO AO FARDÃO” de Raimundo Marques; “VERSOS AVOANTES”, SUJEITO INACABADO” e PRISTOLINO O MENINO QUE COMIA TERRA”, “ MATA ROMA: O Tântalo de Chapadinha” de Herbert Lago Castelo Branco; “UM RIO QUE PASSOU EM MINHA VIDA... POR TODOS OS RODEIOS” de Carlos Borromeu; “50 NOS EM CHAPADINHA e “O HOMEM E A MAÇONARIA” de Delmar Carneiro; “HISTÓRINHAS DA LU” de Lucele Berce; “CHAPADINHA – Historiografia e Núcleos Familiares” de Ataliba Vieira de Almeida, “POEMAS ESCOLHIDAS” de Helvécio Vieira Passos; “CHAPADINHA 62 ANOS DE VIDA E PROGRESSO” de Antônio José (AJ); “SONHOS E LEMBRANÇAS DE CHAPADINHA”, “PALAVRA DE FOGO” de João Batista dos Santos, “BREJO, ALDEIA DOS ANAPURUS” de Aderson de Carvalho Lago, “ “INCLUSÃO ESCOLAR: REALIDADE E POSSIBILIDADE EM CHAPADINHA”,  “UM POUCO DE MIM QUE MORA NUM JARDIM” de Teresinha Ramalho Murta, “CARTA A ELIM: ENTRE O AMOR E A SAUDADE”  de Maria Ninda Celeste do Vale, “TRAJETÓRIA DE UM CASAL” de Eduardo Luis da Silva, “COLETÂNEA POÉTCA I e II” U.I. PROF. Oliveira Roma e etc. é o acervo mais rico e mais importante da nossa literatura.
As manifestações poéticas dos autores Chapadinhenses são em sua maioria manifestações da vida, relatos da realidade, muitas vezes sob uma perspectiva romântica, desbravadora, inquietante e altruísta. A poesia Chapadinhense retrata não só o romantismo habitual dos poetas, mas retrata a vida de um povo lutador, sofrido porém feliz.
Em “EXTRATO E FRAGMENTOS POÉTICOS DOS ACADÊMICOS DE CHAPADINHA-MA, o escritor Chapadinhense João Batista dos Santos, também manifesta expressamente a sua visão crítica que incorporo neste meu ensaio literário porque vale a pena conhecer.

 “As criações poéticas dos acadêmicos Chapadinhenses são manifestações de vida, retratos da realidade vivenciadas e refletidas em todos os poemas.
Engloba em sua visão literária toda a musicalidade, transcendendo as limitações geográficas da URBE, para alcançar os patamares da história, da antropologia, da filosofia e da educação.
O presente opúsculo reeditado traz a lume o substrato social, refletindo o meio ambiente e os condicionamentos socioculturais em que convivem os autores.
Memorial eterno de coisas e pessoas, registra como num passe fotográfico, fatos e atos ocorridos na história de Chapadinha que permanecem no subconsciente e inconsciente de todos os habitantes.
Estruge nas estrofes, as injustiças e desigualdade sociais, daí a perspectiva da realização das potencialidades e faculdade do homem enquanto ser criado à imagem de Deus.
Expressam a vida na relação dinâmica do tempo e refletem o hoje e o amanhã que serão futuro e a esperança, iguais em essência, mas diferente do acontecer relativizado de cada homem e mulher.
O homem vive entre as circunstâncias e condicionantes da natureza e da sociedade, aberto as possibilidades de livre-arbítrio e do vir a ser universal de todas a coisas...
A esperança diluída na fé, acredita na felicidade humana, apesar de tantas desgraças e dos maus governos.
Os poemas, idealmente e na simplicidade dos anunciados gritam para o mundo as injustiças perpetradas contra os oprimidos, ao reconhecerem o fracasso do sistema social e político vigente, não obstante o sonho e a ideologia de todos os povos.
Os acadêmicos em sua visão social, dinamizam o regionalismo impregnado do universal: o homem a democracia, o socialismo, a fé e a esperança.
A temática literária plasma o homem em realismo, superpondo-se a uma realidade mística, onde a linguagem carregada de símbolos e desintegrada no tempo, transmite a ideia concreta da humanidade e suas idiossincrasias.
Os poemetos retratam um intimismo lírico, envolvendo coisas e o homem, e, ao mesmo tempo, vislumbra a irrealidade do conhecimento ainda não dimensionado pela razão e nem mesmo intuído pelo inconsciente, mas já compreendidos na cosmovisão ilógica e nos sonhos de todos os poetas.
Os acadêmicos em suas poesias, alcançam a melodia em todos os seus versos, tecnicamente contemporâneos e esteticamente difunde-se pela moderna poesia brasileira, equidistante das diversas escolas, mas integradas numa dialética plural e contraditória dentro da sociedade brasileira.
A poesia é a essência material da eternidade de Deus, daí sua permanente atualidade de ensino e conhecimento.
Com as minhas congratulações e o reconhecimento de todos aqueles que amam a cultura”.
Chapadinha, 04 de março de 1996
João Batista dos Santos
Presidente fundador da Academia de Letras, Artes e Ciências de Chapadinha.
Na ausência de material de pesquisa e a desinformação sobre a literatura Chapadinhense e seus escritores, pode me fazer a cometer (falhas), erros como, por exemplos não incluir nomes de escritores e poetas, porque estou adotando o critério de só incluir nesta minha visão histórica da literatura Chapadinhenses os escritores e poetas que já publicaram livros e os que participam das coletâneas da Academia de Letras, Artes e Ciências de Chapadinha e da escola Unidade Integrada Oliveira Roma.
Não é possível para qualquer ensaísta “apreender” a “essência” do que está sendo feito em termos de renovação. Como também não é lícito se querer argumentar que “tudo se renovou”. Não! As raízes das gerações ainda permanecem latentes na criação artístico literária Chapadinhense.

                                                                     Herbert Lago Castelo Branco
                                                                         Poeta e Escritor













           



quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A IMPRENSA E OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE CHAPADINHA


A imprensa é a junção das ferramentas e veículos de comunicação que são responsáveis pelo exercício do Jornalismo. A origem do termo vem da “prensa móvel”, um processo gráfico que foi pesquisado e inaugurado por Johannes Gutemberg em 1440 e séculos depois, no início do século XVIII foi adaptado para fabricar jornais. Os jornais foram o primeiro recurso para uma função social que evoluiu ainda mais posteriormente através do surgimento do rádio, da televisão, e da internet.
Quando se fala em imprensa, geralmente o discurso ou o imaginário associa-se quase automaticamente a uma ideia de nocividade, manipulação ou mesmo alienação. Tendo em vista suas estreitas e perigosas relações com o poder político e econômico desde o seu surgimento e cultural já no seu nascedouro.
Chapadinha não possui um acervo com dados que possam expor de maneira objetiva e organizada, toda a trajetória dos meios de comunicação. A ausência de estudos e pesquisas sobre a história da imprensa Chapadinhense torna este artigo instigante e desafiador. Frente à emergência do tempo e à contemporaneidade do assunto, resta-nos dar as primeiras pinceladas.

Há registro de que a comunicação em Chapadinha deu início na década de 1920 com a instalação de uma Agência Postal e Telegráfica dos Correios e Telégrafos e em sequência com a circulação do primeiro jornal impresso, manuscrito em letra de forma de nome AVISO, de autoria dos irmãos Feliciano e Domingos Marques.
Entre as décadas de 1960 a 1970 existiram O ALVORECER, O GRITO e LINGUINHA.
Dos jornais que exerceram o papel da imprensa Chapadinhense destacaram-se: A GAZETINHA, DIÁRIO DO POVO, GAZETA POPULAR, JORNAL DO COMÉRCIO, O CAMBIRIMBA, O PEBA, JORNAL O POVO, JORNAL DE CHAPADINHA, A TRIBUNA, JORNAL VIDA, BANANAS DE PIJAMA, ESPANTALHO, JORNAL CORREIO REGIONAL, FOLHA DE CHAPADINHA, CAFÉ PEQUENO, FOLHA DO BAIXO PARNAÍBA e VIDA NOVA.  Através desses jornais que o Chapadinhense colocava “a boca no trombone”. A maior parte dessas publicações traziam notícias do cotidiano, política, esportes, religião e sociais.
A comunicação de Chapadinha desde os anos 60 é complementada por iniciativas criativas de Rádio Amplificadora de Autofalante como A VOZ DA LIBERDADE idealizada e criada por Zizete Cunha. Que ia ao ar todos os dias, tocando músicas românticas e dando notícias e passando informações para a sociedade chapadinhense em pleno regime militar. Depois veio a Rádio do Ferreirinha, o autofalante do CINE GUANABARA, onde todas as noites a partir das 19 horas abria os serviços de comunicação na voz do Sr. Raimundo ao som da música Besame Mucho de Ray Conniff e Orquestra, música que virou um hino para uma geração de jovens Chapadinhenses, que fazia pedido de músicas e mandava mensagens para namoradas e amigos que passeavam pela praça Cel. Luiz Vieira. A VOZ DO MUNICÍPIO também com amplificadora de autofalante, era utilizada para passar informações de interesse do município e da sociedade em geral nas vozes de Veinho  (Raimundo Nonato Lago Castelo Branco) e seguindo a vocação os serviços de operação de um Sistema de Radiodifusão veiculados pela Rádio Mirante, com programas gerados na própria sede Chapadinha, bem como as atividades desenvolvidas por uma Receptora de Sistema de Televisão, permitindo sintonizar Canais de Televisão da capital maranhense.
Hoje a cidade conta com Rádio Cultura, Rádio Mirante, TV Bandeirantes, TV Mirante (Globo) TV Difusora  (SBT) e inúmeros Sites, Fóruns de Discussões e  Blogues como: Blog do Alexandre Pinheiro; Chapadinha Site de (Sousa Neto) Blog Sala VIP de (Claudecir Satil); Blog INTERLIGADO (Antenor Ferreira); Blog do FOGUINHO; Blog do WILLIAN FERNANDES; Blog A PROSA (Herbert Lago); CAFÉ PEQUENO (Ivandro Coelho); Portal CN1 (Luiz Carlos Junior); Blog CHAPADINHA ANÚNCIOS (Enedilson Santos); CHAPADINHA ONLINE (Jhonay); Blog do HELTON CARLOS; Blog do ALEXANDRE CUNHA; Blog do Braga; Blog da JANE ANDRADE; Blog Ações & Destaques (Luiz Carlos Jr.); Blog do Valdivan; Blog do KIM PEREIRA, Blog CPF22; Blog A.M.E Chapadinha; Blog Chapadinha Crescendo; Blog do CHIQUINHO CARNEIRO; Blog Desperta Chapadinha; Blog Chapadinha Cidade dos Ipês; Blog da Associação Real Brasil; Blog da Paróquia de Chapadinha; Blog do Colégio FAC; Blog do FERNANDO CARVALHO; Blog do JOÃO DAMIANE; Blog do JOÃO DUPPATO; Blog da SEMED Chapadinha; Blog dos Servidores Públicos de Chapadinha; Blog do SINDCHAP e o Blog LABAREDA.
Com base em tudo que tenho lido e ouvido da imprensa Chapadinhense, afirmo que, além da influência e da dependência política, há também, falta de compromisso de alguns blogueiros e radialistas locais, a tal “Brasa para minha Sardinha”. Estão em jogo no meio de comunicação de Chapadinha através das emissoras de rádio, TV e principalmente dos Blogs, (que se tornaram uma forma mais democrática de informação), picuinhas políticas, rixas, disputa de ego, ou mesmo benefício próprio. E isso não pode sobrepor o verdadeiro sentido da informação. E nesse contexto, acredita-se que a objetividade e a imparcialidade são cada vez mais insuficientes à sobrevivência de um jornal, revista, blog, programas de rádio e TV ou qualquer meio de comunicação na cidade de Chapadinha.
Herbert Lago Castelo Branco
Poeta e Escritor


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Poeta/Escritor Chapadinhense, Herbert Lago, Fará Lançamento de sua 7ª Obra na 11ª Edição da 'Feira do Livro de São Luís (FeliS)'

O jornalista, poeta e escritor chapadinhense, Herbert Lago Castelo Branco, 61, irá participar da 11ª edição da Feira do Livro de São Luís (FeliS) que acontece de 10 a 19 de novembro em diversos pontos da Praia Grande. Na oportunidade, ele irá fazer o lançamento de seu 7º livro (biográfico) intitulado: "MATA ROMA: O Tântalo de Chapadinha" - com apêndice: Visão Histórica da Literatura Chapadinhense e seus Escritores.



Lago declamando poesias!

Lago é o único poeta/escritor chapadinhese que estará pela segunda vez na FeliS (participou na edição do ano passado, também!). O lançamento do livro de sua autoria acontece próximo dia 15 (quarta-feira), às 17h, no Centro de Criatividade Odylo Costa Filho.

"Este trabalho biográfico é fruto de muitas pesquisas em jornais como: O Estado do MA, Jornal Tribuna, Jornal Pequeno (suplemento cultural & literário Guesa Errante); dos livros: Antologia da Academia Maranhense de Letras (AML),Velhos Ritmos, Do Gibão ao Fardão (de Raimundo Ferreira Marques), e principalmente de entrevistas com a poetisa chapadinhense Zizete Cunha - de invejável memória, diga-se de passagem!
Trata-se, em outras palavras, da história de José Mata Roma. Um vaqueiro da Chapadinha (...) Mata Roma desde cedo mostrou uma habilidade prodigiosa em língua portuguesa. O tão amado professor foi uma figura que teve merecida notoriedade na capital São Luís, na qual ele exerceu cargos de alta notoriedade. Foi também um marco mítico da literatura maranhense" - (trechos da Introdução).

"Fiquei muito feliz e honrada de ter participado desta Biografia (...) Graças a Deus, a determinação e o interesse do escritor Herbert Lago, que ama esta cidade com a mesma tenacidade que Mata Roma amou, por fim, participar de algum trecho deste livro biográfico intitulado "Mata Roma: O Tântalo de Chapadinha", que, além de resgatar nossos valores culturais, retrata a vida e obra do nosso maior expoente, o eterno professor José Mata Roma, que se destacava com simplicidade como um grande orador, poeta e mestre da língua portuguesa" (...) - (trecho do Comentário de D. Zizete Cunha).

Fonte: Blog ChapadinhaSite
Sousa Neto

sexta-feira, 12 de maio de 2017

COMISSÃO CÍVICA ORGANIZADORA DÁ INÍCIO AOS TRABALHOS DE COMEMORAÇÃO DOS 80 ANOS DE CHAPADINHA.


O arco temporal do projeto de comemoração dos 80 anos de Chapadinha teve início no dia 19 de abril de 2017, quando se deu a primeira reunião e a formação de uma Comissão Cívica Organizadora, a partidária, constituída pelos seguintes membros: Carlos Borromeu, Delmar Carneiro, Herbert Lago e Dr. Raimundo Marques, até 29 de março de 2018, data em que se dá início as comemorações dos 80 anos de Chapadinha.
Comissão: Delmar, Borromeu e Herbert Lago
Não é um trabalho individual, mas coletivo e voluntário que está aberto a outros membros e sugestões. O propósito não restringe somente aos momentos festivos como a seresta, o baile no Aldeota Clube e o almoço de confraternização, é sobretudo de transformar as comemorações dos 80 anos de Chapadinha em um conjunto de ações e iniciativas de resgate da nossa história e valorização da memória do nosso povo e de nossa cidade.
O Projeto central é articular com toda sociedade, ações de educação ambiental que possa desencadear um grande processo de conscientização, corpo-a-corpo junto à comunidade local para revitalização da Aldeia, e que essas ações realizadas, a Aldeia passa a ser um cartão postal atrativo e ter um novo sentido e mudança na qualidade de vida das pessoas.
Reunião com Diretor do FAC Nonatinho Carneiro
 Sensibilizar as instituições de ensino estadual, municipal e particulares para colocar na sua jornada pedagógica concurso de redação com o tema dos 80 anos de Chapadinha, realização de oficinas com pesquisas relacionada a fundação de nossa cidade, registros e memória de personagens do presente e do passado, que possam proporcionar aos alunos conhecimentos da nossa história.
Garimpar objetos utilitários pelas famílias à época como: ferro de engomar, máquina de costura, bule, lampião (lamparina), palmatória, móveis, documentos, fotografia, peças artesanais, etc. que serão utilizados para uma grande exposição, que possa proporcionar aos Chapadinhenses uma viagem ao tempo e mostrar a evolução transmitida através de nossas gerações com a criação do Museu Histórico e Geográfico de Chapadinha, para que as novas gerações tenham no futuro algo para mostrar aos seus filhos e netos.  
Reunião Col. Batista Prof. Francejane
A Comissão já realizou num trabalho corpo-a-corpo visitas e reuniões com os diretores das escolas e faculdades: Colégio Batista, FAC, Pequeno Príncipe, Faculdade do Baixo Parnaíba (CRESU), UFMA e Diretora da Regional de Educação. Chamando e sensibilizando sobre as responsabilidades de cada um neste projeto dos 80 anos de Chapadinha.
Reunião com a URE Prof. Leodenes

Estamos pedindo sugestão de uma logomarca para 80 anos de Chapadinha. Quem puder colaborar voluntariamente, favor enviar a sua sugestão para o e-mail herbertlagocastelobranco@gmail.com participe! Colabore.
Brevemente estaremos criando um e-mail e um perfil no Facebook onde serão divulgadas as ações da comissão.

terça-feira, 28 de março de 2017

A “CHAPADA DAS MULATAS” VAI SE TRANSFORMANDO EM UMA MODERNA CIDADE.

Um dia desses, estava sentado em um canto lá no Abrigo bebendo uma cerveja para lá de gelada, quando comecei a relembrar o meu passado e me veio nas lembranças os causos do Cunha Neto (depois dele tomar as onzimas dele). Os meus cabelos brancos revelam as poucas e boas que passei, das brincadeiras de corococo após o festejo de sete de setembro em volta da igreja matriz de Nossa Senhora das Dores, a ter que partir por este imenso Brasil, carregando em minha bagagem o sonho de vencer na vida e de um dia poder voltar para a minha Chapadinha. E isso, 39 anos depois aconteceu.
        Enquanto nós envelhecemos, por incrível que pareça, o contrário acontece com a nossa Chapadinha, que de uma simples vila, carinhosamente por muitos apelidada de “Chapada das Mulatas” e Rainha do Baixo Parnaíba”, vai se transformando em uma moderna cidade, com tantos problemas e descasos, mas cada vez mais amada por nós.
        Afinal de contas, essa é a nossa cidade. Aqui estão velhos amigos, cada um com sua história de vida, de alguma forma ligada a ela, que não para de crescer.
        Muitos amores na juventude criaram esse elo, que quanto mais o tempo passa, mais aumenta a nossa ligação, apesar da falta de segurança, de educação de muitos que ainda teimam em jogar lixo nas ruas e avenidas.
        Parece até que estou descrevendo o paraíso na região leste maranhense, onde políticos predadores, apenas se aproveitam da nossa passividade trazendo por traz dos falsos abraços e sorrisos os dissabores e as más intenções.
        Temos que lutar por uma Chapadinha melhor, essa é a nossa obrigação, não vamos deixar a nossa cidade se transformar nesse paraíso de aproveitadores.
        Um lugar não apenas para morar, mas um lugar para amar, viver, fincar raízes, criar nossos herdeiros. Isso é que queremos e merecemos.
        Meus parabéns Chapadinha! Pelos teus 79 anos.



        Herbert Lago Castelo Branco

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O PULO DA VERA, QUE NÃO ABERA.

   

            O jogo do voto nulo para presidência da Câmara Municipal de Chapadinha, sinalando uma insatisfação com a cabeça da Chapa por parte de um vereador, muito mais provável que seja do grupo eleito na coligação de Belezinha, (divergência que não foi sanada lá nos bastidores), deu início ao jogo do pula, pula a adesão ao governo Magno Bacelar. Essa jogada não foi por um acaso. Se até março Magno Bacelar não for impedido judicialmente, outra leva de vereadores seguirão os passos e o pulo da presidente da Câmara Vera que não abera, e o grupo de vereadores eleitos por Belezinha não passará de três vereadores. Como diz o ditado: três..., três..., passará e os três derradeiros é de ficar. É só vê para crê.


Herbert Lago








quarta-feira, 19 de outubro de 2016

ENTREVISTA DE HERBERT LAGO CASTELO BRANCO A EDLAINA MARIA COSTA VASCONCELOS BEZERRA , ALUNA DO CURSO DE LETRAS DA FACULDADE DO BAIXO PARNAÍBA.

11)   Como e quando começou a biblioteca?

R. Tudo começou em 1986 com a criação do Jornal Alternativo Cultural “A PROSA” que tive o prazer de editar até 1992. Morava em Taguatinga-DF e recebia muitos livros, revistas e jornais. Já tinha alguns livros e com os que iam recebendo fiz na minha residência uma pequena Biblioteca que dei o nome de Biblioteca Alternativa. Era uma coisa minha, para eu ler e para fazer os meus trabalhos literários. Mas ai eu abri para as crianças da quadra onde morava para fazer artes. Eles gostavam disso, daí eu passei a gostar também. Sempre teve em minha mente (quando aposentasse) a ideia de retornar para minha cidade natal. Então, como já estava aproximando a minha aposentadoria, em 2006 vim a Chapadinha e fundei a Biblioteca Alternativa Herbert Lago Castelo Branco no dia 13 de dezembro de 2006. Aluguei uma sala e a partir de janeiro de 2007 eu comecei a mandar  todos os livros de minha Biblioteca que tinha em Taguatinga para Chapadinha. Aí eu falei para alguns colegas, amigos, que tinha fundado esta Biblioteca em Chapadinha. Daí eu comecei a receber doações de livros e enviava para Chapadinha pela Transbrasiliana. No dia 21 de julho de 2007 eu oficializei publicamente com a inauguração da Biblioteca. Nunca imaginava que ela tomasse esta proporção. Acredito que tenha sido pela carência que a cidade tem. Imaginava uma coisa para ocupar meu tempo de aposentado. Mas tomou dimensões que não estão mais em meu alcance. Na verdade hoje ela não é mais minha. È do povo de Chapadinha. Acho que é o mínimo que posso fazer por essa gente e esta cidade que amo tanto.


2)   O porquê deste trabalho?

R. Porque hoje acredito que a Biblioteca é o principal meio de proporcionar a todos o livre acesso aos registros dos conhecimentos e das idéias do homem e as expressões de sua imaginação.  Neste contexto, figura-se nos óbvia a importância do livro e da leitura como fonte de saber.

3) O que ela significa em sua vida?

R. É tudo! É como o que as imagens de santos são para os católicos.  Como um pai que ver um filho crescendo.  Um legado que deixo para gerações futuras, como marca de minha passagem pela terra.
4) Qual a importância da biblioteca para a cidade?
R. Me parece uma das entidades mais necessárias para a formação e o desenvolvimento cultural das nossas crianças e jovens. Não é que a Biblioteca vá resolver qualquer dos nossos dolorosos problemas de nossa cultura, como o analfabetismo. Mas o incentivo do hábito de ler bem orientado, num processo continuo, criará uma população mais culta, critica e consciente.

5) A biblioteca recebe algum tipo de recurso do município ou qualquer outra fonte?

R. Não. Embora ela esteja habilitada a receber recursos públicos e privados.  Até quando puder, não pretendo misturar política com esse trabalho.  Ela é mantida com recursos exclusivamente de minha aposentadoria. Não sei até quando vou conseguir mantê-la.

 6) Suas considerações finais?

R. É isso, fico feliz de ver a Biblioteca cheia de crianças e adolescentes. Sinal de que estamos contribuindo na formação de leitores. É o mínimo que eu posso fazer.


quinta-feira, 14 de julho de 2016

O LIVRO “MATA ROMA – Do Gibão ao Fardão” DE RAIMUNDO MARQUES SERÁ LANÇANDO HOJE EM CHAPADINHA.

Do Gibão ao Fardão, livro de autoria de Dr. Raimundo Marques, é uma biográfica do Chapadinhense José Mata de Oliveira Roma (1896-1959), mais conhecido como professor Mata Roma. Uma das mais legítimas glórias da nossa literatura, um dos mais expoentes vultos de nossas letras. Além de ocupar posições de destaques como presidente da Câmara Municipal de São Luis, Mata Roma foi titular da Academia Maranhense de Letras.

A obra literária será lançada hoje, quinta-feira (14) às 19h30min na Biblioteca Pública Municipal de Chapadinha, na Av. Gustavo Barbosa. Parabéns ao nosso ilustre escritor Dr. Raimundo Marques pela publicação desta importante peça literária.