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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

INTOLERÂNCIA É A VERDADEIRA PEQUENEZ DE MAGNO BACELAR




A internet é a tribuna mais livre já inventada pelo homem. Qualquer um pode subir no palanque virtual e bradar aos quatro ventos o que bem entender. E na montanha de informações, apare de tudo: conteúdo noticioso, de opinião e, claro, muita bobagem. Mas há quem aproveite a web para discutir, replicar conhecimentos e notícias. Entre os entusiastas dessa ferramenta, está o interligado blogosfera Antenor Ferreira.
Não bastassem os chatos que vivem querendo ensinar-lhe a escrever, agora Antenor vem sofrendo ameaças e ação processual requerente por Magno Bacelar na primeira vara da comarca de Chapadinha. Essa atitude repressora em relação às diferenças de opiniões e ideologias é apenas reflexo da intolerância da liberdade de imprensa que desgraçadamente insiste em se manter rondando nosso dia a dia.
Ora, o que o Antenor comenta e denuncia apenas reafirma seu direito de expressar-se em seu Blog Interligado para os seus leitores, sobre todo desmazelo da política de Chapadinha. Que, repito, vem sendo implementada há anos em nossa cidade.
Fica claro que, a intolerância é a verdadeira pequenez de Magno Bacelar. Ou como já disse o escritor dinamarquês Karl Popper, jamais devemos ser tolerantes com os intolerantes.

domingo, 21 de novembro de 2010

ETICAMENTE INJUSTIFICÁVEL






É inaceitável o Conselho Municipal de Saúde de Chapadinha assumir a defesa e a aprovação, mesmo que parcial, do relatório de gestão da saúde pública do exercício de 2009, já reprovado sob suspeita de inúmeras irregularidades, fraudes e malversação de recursos públicos indefensável pela falta de sustentação ética e moral.
A alegação de que a rejeição das prestações de contas poderá vir a acarretar prejuízos à população e afetar ainda mais o caótico sistema de saúde pública de Chapadinha é eticamente injustificável.
Cadê o Ministério Público de Chapadinha? Esses maus feitores já deveriam estar algemados e na cadeia. É inaceitável a impunidade! Ah, que saudade da Dra. Doracy.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

JUNTANDO OS CACOS




Procuro conservar-me otimista. A experiência sugere receber com reservas os nomes dos postulantes à liderança da tal terceira via, com vista às eleições municipais de 2012.
Antes mesmo de analisar as motivações individuais de cada candidato, de diversas colorações partidárias, cabe lembrar que os mesmo não têm até agora um projeto de consenso, nem tampouco uma plataforma de governo.
Os postulantes a terceira via têm que saber o que querem para Chapadinha. Portanto, é preciso questionar se possuem projetos ou se só possuem projetos de poder e de prestígio.
Descreio de palavras mágicas, valendo-se de promessas mirabolantes, com as quais se tenta iludir a realidade. Afinal, alguém já se perguntou sobre o significado para as pessoas comuns da vitória da terceira via? Quais os benefícios que poderiam alcançar os mais pobres ignorados pelo sistema de saúde, que não tem água tratada e canalizada, onde o sanitário é a fossa ou o arbusto, o sabonete, a escova dental e o papel higiênico são produtos de luxo, e a economia rasteja no terreno infecundo da subsistência? A bem da verdade é desnecessário ir tão longe para perceber-se que a miséria econômica e política não é problema restrito a Chapadinha. Mas sem dúvida, a política implementada há décadas em Chapadinha exala odor de carniça aos que nela chafurdam como abutres, que aqui agem sem serem incomodados.
Todo empenho deve ser feito para assegurar um novo caminho para Chapadinha e a efetividade das regras que impõem formas de procedimento dos candidatos. Não deixando de examinar os aspectos moralizantes de cada um e não abrir mão do seu casticismo de ideais pela conveniência de resultados eleitorais, juntando os cacos somente para inviabilizar a insaciável fome de poder ínsita no caráter das duas principais lideranças política de Chapadinha, Magno e Isaías.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

BATENDO O MARTELO POR UMA CRÍTICA SEM RODEIOS




Quem fez jornalismos durante a ditadura militar sabe o que é controle da imprensa. Mas ninguém precisa ter vivido aqueles tempos para saber o que significa essa mordaça.
A imprensa muitas vezes toma partido político e também erra, mas é bom deixar claro que já existe no Brasil uma legislação que pune veículos e jornalistas que cometem erros ou excessos. Até penas de prisão estão previstas. As indenizações por danos morais podem ser milionárias. Ou seja, quem quiser caluniar ou difamar, que se prepare para as consequência. O que não pode haver é o controle do conteúdo dos meios de comunicação pelo poder público, muito menos a censura prévia, seja ela imposta pelo Executivo ou pelo Judiciário. Regular conteúdo significa impor obrigações de conteúdo.
Não há mais como controlar quem exerce a atividade jornalística. Hoje, qualquer um pode criar um blog e publicar artigos, opiniões, ou sair falando o que bem quiser de todo mundo, inclusive em campanhas políticas.
O debate é bem vindo, não a imposição de verdades. Sou a favor da crítica sem rodeios.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

ECOS DO PRECONCEITO E DA ESTUPIDEZ

As declarações preconceituosas dada por uma estudante de Direito de São Paulo e postada em seu Twiter e microblog, causou polêmica nas redes sociais. A aluna atribuiu aos nordestinos a derrota do candidato José Serra (PSDB) nas eleições presidenciais. O embate regionalista tomou conta das discussões com reações imediatas contra a infeliz frase e também de comentários de moradores das regiões Sul e Sudeste.
“Nordestino (sic) não é gente. Faça um favor a São Paulo: mate um nordestino afogado!”, “Afunda Brasil. Deem direito de voto pros nordestinos e afundem o pais de quem trabalha para sustentar vagabundos que fazem filhos para ganhar o bolsa 171” postou a estudante.
As redes sociais são consideradas meios de comunicação. Qualquer informação ofensiva à honra ou preconceituosa é suscetível de apuração como qualquer outro veículo de comunicação. E de acordo com a legislação brasileira, crimes contra a procedência nacional preveem pena de até três anos.
Há um preconceito muito forte contra o Nordestino em estados das regiões Sul e Sudeste e constantemente nós Nordestinos somos obrigados a ouvir esses ecos do preconceito e da estupidez.
Essas pessoas deveriam procurar outras razões para a derrota do José Serra.
A polemica foi criada a partir de uma falsa ideia de que os votos da Região Nordeste teriam sido os responsáveis pela eleição de Dilma. Com base nos resultados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mostra que a candidata do PT venceria as eleições mesmo que fossem considerados apenas os votos das regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste. No cenário em que os votos do Norte e Nordeste não são contabilizados, Dilma ficaria com 300 mil à frente do tucano José Serra.
Faço minha as palavras do escritor Ariano Suassuna. “Não troco meu oxente pelo OK de ninguém”.