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segunda-feira, 7 de julho de 2008

Herbert Lago e seus Versos Avoantes



Na vida existem homens que marcam sua existência por atuações dignificantes e de grande importância no contexto mundial. Há seres fadados ao sucesso e pessoas que apenas transitoriamente se fazem notar. Herbert Lago Castelo Branco pertence a uma plêiade de pessoas fadadas ao sucesso. Originário de Chapadinha, no Maranhão, hoje desponta como uma das mais promissoras revelações poéticas de Brasília, dignificando e honrando as letras Nacionais.
VERSOS AVOANTES, cuja tônica versa contra as injustiças, contra as angústias peculiares às pessoas que possuem sensibilidade e se sentem mal com a opressão, a falta de liberdade, e demagogia barata, o descaso e a insensatez humana.
Sua poesia tem a angústia peculiar dos tristes em “INERTE”: “E o meu corpo inerte, / esperando a hora de partir. E eu...; espírito! / triste!... / Sem saber pra onde ir”. Há o clamor pela liberdade em “PÁSSARO”: “... e faço um apelo como irmão: / por favor, / soltem os pássaros da prisão!” Há o extravasar de um sentimento, quando em “O POETA”, prega o direito de ser feliz, pois, o poeta também chora, / chora... mas escreve lindas frases / que no peito sempre vigora”. A sua “UTOPIA” será no dia em que os políticos chegarem a um consenso, “no dia em que destruírem as bombas / e o mundo deixar de ser tenso / (...) no dia em que não houver mais crianças abandonadas”. Herbert Lago é na verdade, um poeta que faz da palavra a sua maior expressão de vida por que a sua sensibilidade o leva a transformar em palpável, um sentimento de amor, fé e esperança num futuro melhor. De uma consciência emotiva digna dos melhores elogios, que levam Herbert Lago Castelo Branco a não ser apenas mais um poeta a lançar um livro, mas um homem de letras a lançar uma importante obra, cujo valor será enaltecido e engrandecido por todas as pessoas de bom senso crítico e sensibilidade de poeta.

CLÉRIO JOSÉ BORGES DE SANT’ANNA
Presidente do Clube dos Trovadores Capixabas.

Um comentário:

Francisca Elias disse...

Tenho este livro. Adquiri quando você esteve em Chapadinha na praça Cel. Luís Vieira numa noite de lançamento. Só não pedi para autografar, pq vc estava muito assediado no momento. Gostei muito de sua sensibilidade e espírito de denúncia. Concordo com o Pres.Clério Sant'anna. Parabéns pela esperança e indignação que cultiva nos corações, com sua poesia!!!
Desculpe, não pude encontrá-lo, porque estive só dia 15/07 lá para uma comemoração em família, voltei dia seguinte; mas haverá outra oportunidade.
Abraços, Francisca Elias