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segunda-feira, 12 de julho de 2010

E-MAIL DO LEITOR


Amigo Herbert,

Digo amigo porque estudei o 1º ano ginasial com você no Manoel Vieira Passos em 1972. Lembra da Dorinha do Areal? Pois é, sou eu mesma.
Excelente as suas matérias postadas nesta sua coluna ou melhor dizendo no seu Blog A PROSA. Você tece perfeitos comentários acerca de vários temas como: trânsito, infraestrutura, política, meio ambiente e etc. De fato, a cidade vem se desenvolvendo e as estruturas se precarizando. Calçadas mal ou nunca construídas, remendos mal feitos, saúde pública inexistente, falta de habilidade de alguns motoristas. É esse o retrato de Chapadinha. Revela também o desleixo, o descaso, o desinteresse, a omissão, a pouca vergonha e, por que não dizer, a cara de pau dos nossos governantes, que, embora a gente veja os recursos sendo repassados, alegam, repetidamente, que não há recursos suficiente para melhorar a saúde pública, para conclusão das obras ou benfeitorias. Trata-se de puro desrespeito a todos nós. Cansamos de tanta conversa fiada ao longo de todos esses anos. Não tratam dos problemas como a situação exige: como responsabilidade e determinação.
Maria das Dores Correira de Souza (Dorinha)

terça-feira, 6 de julho de 2010

EX-PREFEITOS FICHAS SUJAS DRIBLAM A JUSTIÇA




À frente de suas prefeituras, muitos administradores se aproveitaram do cargo e da prerrogativa do foro privilegiado — vencida em 31 de dezembro de 2008, com o fim dos mandatos — para se livrarem das acusações de crimes ambientais, estelionato, contas irregulares, pedofilia e, em grande quantidade, de envolvimento com o trabalho escravo. Esses ex-prefeitos voltaram a responder às acusações na primeira instância do Judiciário. Um deles é o ex-prefeito de Chapadinha, Magno Bacelar, que também é ficha suja e só conseguiu registrar a sua candidatura graças a uma liminar pedindo efeito suspensivo à condenação por contas irregulares e crime de responsabilidade.
Alguns dos ex-prefeitos investigados aparecem nas listas ao lado dos nomes de empresários e pessoas físicas que exploram o trabalho escravo em suas fazendas. As relações são elaboradas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Pelo menos cinco deles tentaram se aproveitar do foro privilegiado para se livrar das acusações de exploração do trabalho escravo feitas pela polícia e pelo Ministério Público.
Herbert Lago Castelo Branco
Poeta e Escritor

segunda-feira, 5 de julho de 2010

E-MAIL DO LEITOR




Prezado poeta Herbert Castelo Branco

É mais do que evidente o descaso com a situação do asfalto nas principais vias públicas de Chapadinha. A recuperação foi prometida em campanha, e pouco depois de assumir o cargo a prefeita disse em entrevista no rádio que transformaria as vias públicas de Chapadinha em um tapete.
Placas anunciando a obra já foram colocadas há mais de seis meses e até agora, nada de conclusão e algumas já cairam no esquecimento. Dos responsáveis pela obra, gostaríamos de saber se sai ou não sai. E se for demorar mais ainda, sugiro que sejam retiradas as placas de propaganda que estão caidas no chão e atualizar o prazo de entrega das outras obras.
Chapadinha merece melhor tratamento do que aquele que tem recebido por parte do poder público. Os motoristas, motociclistas e ciclistas, por uma questão de segurança, merecem vias de melhor qualidade asfáltica, pois hoje mais parecem andar sobre uma britadeira.

Herivelto Carvalho de Lima

segunda-feira, 28 de junho de 2010

VALORES QUE CONSTROEM A CIDADE




A cidade se articula, basicamente, em sociedade civil (poder popular) e sociedade política (poder público). Na sua forma mais expressiva de cidadania, a sociedade civil atua por meio de movimentos sociais, organizações da sociedade civil que pressionam a sociedade política (Estado e instituições afins) visando à defesa e/ou conquista de direitos (humanos, civis, políticos, econômicos, ecológicos etc.). Há movimentos sociais espontâneos e efêmeros (o recente protesto de jovens da periferia francesa contra o consumismo, com a queima de carros), bem como os que se prolongam no tempo e adquirem formas distintas para reivindicar um único direito, como a isonomia das mulheres em relação aos homens (são exemplos a peça Lisístrata, do grego Aristófanes, nascido no século 5 a.C., e o movimento feminista da segunda metade do século 20). A organização da sociedade em movimentos sociais é inerente à sua estrutura de poder. O teatro teve na Grécia antiga o papel político de dotar a população de razão crítica por intermédio de uma expressão estética, como o comprova a obra de Sófocles: Antígona desafia Creonte (a consciência do indivíduo calcada na justiça perante a legalidade do poder respaldada na tradição). Os movimentos sociais adquirem, ao longo da história, distintas expressões: estética, religiosa, econômica, ecológica etc. A partir do século um, o Império Romano teve suas bases solapadas por um movimento social de caráter religioso — o Cristianismo —, que se recusou a reconhecer a divindade de César e propalou a radical dignidade de todo ser humano, chamado à comunhão de amor com os semelhantes e com Deus, segundo a mensagem proferida por uma vítima do Império — Jesus de Nazaré —, em quem os adeptos da nova fé reconheciam a presença de Deus na Terra. Desde a Revolução Francesa, a sociedade civil passou a se mobilizar mais frequentemente em movimentos sociais. Porém, é recente a noção de que a sociedade civil deve se organizar para pressionar o poder público, e não necessariamente para almejar também a tomada do poder. Isso ensejou o caráter multifacetado dos movimentos — indígenas, negros, mulheres, migrantes, homossexuais etc. — e o fato de constituírem instâncias políticas nem sempre partidárias. Essa laicização dos movimentos sociais é que permitiu alcançarem autonomia em relação às instâncias de poder — político, religioso, econômico etc. — e, ao mesmo tempo, despontarem como forças de alteridade perante o poder institucionalizado. É o fenômeno recente do empoderamento da sociedade civil que, quanto mais forte, mais logra transmutar a democracia meramente representativa em democracia efetivamente participativa. Essa participação tem hoje, no Brasil, expressões efetivas na construção da cidade, como o orçamento participativo. Foi no fim da década de 1970 que se iniciou a experiência do orçamento participativo, em que a população debate e decide a aplicação dos recursos públicos. Os municípios pioneiros foram Lajes (SC), a partir de 1978; Boa Esperança (ES), 1982; Diadema (SP), 1983; e Vila Velha (ES), 1986. A mais duradoura, entretanto, foi a de Porto Alegre, que se projetou nacional e internacionalmente como nova metodologia de gestão pública participativa. Segundo o Fórum Nacional de Participação Popular, entre 1997 e 2004 já haviam adotado o orçamento participativo 103 municípios brasileiros. Em Ipatinga (MG), município de cerca de 220 mil habitantes, criaram-se conselhos regionais, representados no Conselho Municipal do Orçamento, integrado por prefeito, vice-prefeito, secretários, vereadores, representantes das associações de moradores e outras entidades não governamentais. São as associações de moradores que configuram a capilaridade do orçamento participativo, recolhendo as reivindicações dos moradores e mobilizando-os em busca da conquista de suas aspirações. Representadas nos conselhos regionais, elas tecem a rede da democracia participativa. As atribuições do conselho compreendiam tanto a definição das obras a serem realizadas no município quanto o acompanhamento de seu andamento, incluindo a fiscalização da execução orçamentária. E, anualmente, realizava-se o Congresso Municipal de Prioridades Orçamentárias (Compor), com a participação de mais de 5 mil pessoas. Com acesso à informática, hoje em muitos municípios, como ocorreu em Belo Horizonte, a indicação de prioridades é feita por votação eletrônica. O ideal seria prover todas as escolas municipais de laboratórios de informática, que funcionariam inclusive nos fins de semana, atraindo a população jovem e adulta, dentro de um projeto mais abrangente de inclusão digital. Ao fomentar o surgimento de novas lideranças populares, o orçamento participativo deve se equipar de instrumentos como o Disque-Câmara e o Disque-Prefeitura, de modo que os cidadãos possam interferir diretamente na qualidade dos serviços públicos. Por sua estrutura democrática, o orçamento participativo permite aos mais pobres interferir na escolha de prioridades e fazer com que eles deixem a secular condição de excluídos dos serviços públicos. É, pois, uma ferramenta privilegiada de construção de democracia participativa.

FREI BETTO – Escritor e Teólogo

terça-feira, 22 de junho de 2010

O PT VIROU REFÉM DO PMDB E DO SARNEY




O PT há tempos já vem sangrando e há um sentimento de profunda frustração que toma conta de muita gente dentro do partido.
No Maranhão, por exemplo, por conta da aliança nacional, o comando nacional petista desfez a aliança PT/PCdoB com Flávio Dino para Governador, deliberada pela instância máxima do partido no estado, no dia 26 de março passado e obrigou o partido a seguir com Roseana Sarney (PMDB), candidata à reeleição. O desgaste veio a cavalo com a greve de fome do deputado federal Domingos Dutra e do líder camponês Manoel da Conceição.
Os petistas se sentem como aquele sujeito que construiu uma mansão sozinho, mas agora é obrigado a entregar a casa à amante, o PMDB. Que cada vez mais ocupa a casa e manda na empregada. Se agora está assim, imagine depois de outubro.
Um partido refém do Sarney e do PMDB pode ser dos trabalhadores? Para muitos petistas, a resposta é não, embora, às vésperas da eleição, muitos não tenham coragem de assumir isso publicamente.
Vejo a candidatura de Flávio Dino como a melhor alternativa para o Maranhão. É uma candidatura que tem todo o potencial para ser abraçada pelo povo do Maranhão e fazer a diferença no processo eleitoral.

Herbert Lago Castelo Branco
Poeta e Escritor

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ACIDENTE DE TRÂNSITO EM CHAPADINHA É AGRAVADO PELA IMPRUDÊNCIA



Os ciclistas de Chapadinha enfrentam dificuldades e perigos constantes para não abandonar o saudável hábito das pedaladas e pela suposta necessidade de se locomover. Por onde anda o CIRETRAN desta cidade? Parece que Chapadinha virou terra sem lei, os carros param onde querem: em cima das calçadas, em locais proibidos; motociclistas andam sem jaqueta e sem capacete.
A falta de educação e respeito dos motoristas que, protegidos por uma tonelada de lata, se esquecem do mundo em volta. Mas o problema não é só a falta de educação e respeito dos motoristas e motociclistas, mas também dos próprios ciclistas que desconhecem ou ignoram as leis de trânsito, que nunca chegam a eles como deveria.
Cabe ao poder público as ações baseadas no plano diretor cicloviário de Chapadinha, sinalizar bem as ruas e adaptar ciclofaixas, mantendo distância de mais ou menos um metro dos meios fios, calçadas ou canaletas, além, é claro, de realizar campanhas educativas de conscientização.
Os acidentes de trânsito não acontecem somente nas vias públicas de Chapadinha. Na zona rural também temos visto com frequência acidentes, geralmente com vitimas fatais. O caso mais recente ocorreu no dia 11 de junho com o jovem Maroni Farias, de 32 anos. Ele dirigia uma moto, quando colidiu de frente com um carro próximo a localidade Alagadiço Grande, vindo a falecer.
Mas enquanto o problema não é resolvido, um pouco de ordem, por parte do CIRETRAN, não faz mal a ninguém.

Herbert Lago Castelo Branco
Poeta e Escritor

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A OCUPAÇÃO URBANA SEM CONTROLE E O DESMATAMENTO PARA O AGRONEGÓCIO AMEAÇAM AS BACIAS DE ÁGUA DE CHAPADINHA



O problema de abastecimento de água em Chapadinha não é ocasionado somente pela escassez da chuva. A intensa expansão urbana dos últimos anos e o desmatamento irregular da chapada pelo agronegócio sulista na região de Chapadinha, autorizado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, está gerando consequências graves para o meio ambiente, comprometendo as microbacias de água que abastece nossa cidade, apresentando índice inferior ao necessário para utilização no abastecimento, chegando-se ao limite da relação entre o consumo e a produção de água.
Liberada para o plantio de soja, a chapada maranhense, um dos ecossistemas mais preciosos, está ameaçada pelo desmatamento e vai se transformar num deserto. A soja domina, o bacurizeiro, que é conhecido com orgulho como o simbolo da chapada, está desaparecendo, um complexo sistema de drenagem com diversas nascentes de riachos no alto da chapada estão secando.
Todos tem direito a ter uma casa, mas a proliferação de residências em locais impróprios também tem sido um desastre do ponto de vista ambiental.
Até agora nem o IBAMA e nem tampouco os órgãos estaduais e municipais, tomaram qualquer providência relacionada à ocupação desordenada e à destruição das encostas das nascentes d'água, bem como a derrubada indiscriminada de palmeiras, bacurizeiros, piquizeiros e as queimadas no município.
Deus e os homens podem prever o que acontecerá com o serrado maranhense.

Herbert Lago Castelo Branco
Poeta e Escritor

sexta-feira, 11 de junho de 2010

FLÁVIO DINO: "NÃO HÁ MOTIVOS PARA APOIAR ROSEANA"




Em discurso na Câmara dos Deputados no fim da tarde de quinta-feira, 10, o deputado federal e pré-candidato ao governo do Maranhão, Flávio Dino, afirmou que não há motivos jurídicos e nem políticos para que o Diretório Nacional do PT intervenha no resultado alcançado democraticamente pela instância estadual da legenda.
Segundo analisou Flávio Dino, não há motivo jurídico para a intervenção. Para isso, seria necessário a constatação da ilegalidade na realização dos encontro de tática eleitoral no Maranhão. Não haveria, também, motivo político, uma vez que todos os partidos que compõem a chapa majoritária encabeçada por Flávio Dino também compõem a base do presidente Lula e da pré-candidata à Presidência da República, Dilma Roussef. “Não é, portanto, uma aliança contrária ao plano nacional. Na verdade, é uma aliança que possibilita a realização do plano nacional no Maranhão”, explicou Flávio Dino.
O mesmo, porém, não se verifica na outra aliança proposta ao PT marahense: na chapa até agora sugerida pela atual governadora Roseana Sarney (PMDB), constam partidos que são opostos a Lula, como o PV, que apoia Marina Silva, ou o DEM, que apoia José Serra. “Se o PT apoiar a Roseana Sarney, aí sim estará sendo incoerente”, analisou o pré-candidato Flávio Dino.

Vigília
Militantes do PT maranhense e integrantes de movimentos sociais passaram a quinta-feira e a madrugada da sexta=feira em vigília na sede do PT em São Luís. O ato político teve eco nos outros três maiores diretórios do Estado: Imperatriz, Caxias e Bacabal. Os petistas acenderam velas e estenderam a bandeira do PT no chão.
Desde a quinta-feira, o deputado federal Domingos Dutra (PT) está na Câmara, em Brasília, onde deverá iniciar greve de fome em protesto contra a possibilidade de intervenção nacional. A ex-deputada petistaTerezinha Fernandes, vice-governadora na chapa composta pelos três partidos, também já avisou que aderirá ao movimento, caso haja a intervenção. O líder camponês Manoel da Conceição,de 75 anos, um dos fundadores da legenda, também já informou que pode aderir ao protesto. Eles estão acompanhando a situação em Brasília desde a quinta-feira.
Fundado em 1922, é a primeira vez que o PcdoB tem um candidato ao governo de um estado Brasileiro. A candidatura é considerada um marco histórico para o partido. A aliança entre PT, PcdoB e PSB foi decidida democraticamente durante o encontro de tática eleitoral realizado nos dias 26 e 27 de março. Por 87 votos a 85, os petitas decidiram rejeitar a aliança com o PMDB e coligar com PcdoB e PSB.

Redação: Assessoria de Comunicação Flávio Dino

quinta-feira, 10 de junho de 2010

E-MAIL DO LEITOR


Sr. Herbert Lago,

Parabéns pelo seu blog. Ele é diversificado em relação aos outros blog's de Chapadinha.
Com relação ao artigo “O RALO GROSSO POR ONDE PASSA UMA PARTE DA BANDALHEIRA DA POLÍTICA DE CHAPADINHA”, não é nenhuma novidade, mas a regra do jogo aqui é fingir inocência sempre que se revela alguma coisa do mundo escondido da administração pública. Quando alguém levanta o tapete e mostra algo feio, é essencial fazer cara de paisagem e se mostrar surpreso.
Quando acontece delas serem expostas à luz do dia, a sociedade só resta ficar chocada. Muitas vezes, nem acredita que é dessa maneira que o sistema politico funciona. Lamentavelmente, no entanto, a verdade é que é assim mesmo e não vai dar em nada.

César Augusto de Almeida Reis

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O RALO GROSSO POR ONDE PASSA UMA PARTE DA BANDALHEIRA DA POLÍTICA DE CHAPADINHA




A disputa entre os dois maiores grupos políticos de Chapadinha, que deveria ser a de servir melhor à sociedade, virou uma concorrência de quem faz pior. Um aponta o dedo para a cara do outro para dizer quem tem mais mazelas no currículo. Se um é acusado de algo, remete ao outro problema maior. “Se eu fiz, fulano fez pior.” É o velho artifício da acusação para se defender. Se um está com o pé na lama, em reação a denúncias, acusa um outro de estar inteiro afogado nela. Desde quando apresentar denúncia contra concorrente inocenta algum político?
O mais grave no entanto são as consequências do derrame do dinheiro, escoado para o bolso dos apaniguados políticos, há mais de duas décadas. Foram milhões e milhões – quem poderá dizer ao certo?
Pelo que foi apontado no relatório do Conselho Municipal de Saúde de Chapadinha, estão sob suspeita contratos, gastos com projetos fictícios, superfaturamentos e desperdícios que compõem o ralo grosso por onde passa uma parte da bandalheira da política local.
O vídeo divulgado por alguns Blogueiros de Chapadinha, onde a Secretária de Saúde Dra. Coutinho afirma em seu desabafo: “...em Chapadinha tudo tá errado. Ki tem roubo tem! Ki tem roubo tem!” é uma prova cabal de desvios de recursos públicos que poderiam ter sido investidos na saúde pública do nosso município. Portanto, resta-nos a torcida e a fiscalização para que este caso não caia no esquecimento e as investigações não parem.
Nesse período pré-eleitoral, em que as temperaturas nos bastidores das campanhas estão subindo junto com a oscilação das pesquisas de opinião, é o momento de o eleitorado demonstrar o que quer ouvir. Queremos propostas, soluções e não podemos esquecer do debate de ideias, plataformas e compromissos de governo.
O certo é que, a hegemonia dos dois maiores grupos políticos de Chapadinha está sufocada por vícios e deficiências que contribuem para o atraso e os desmandos, sem punição, que vemos hoje em nossa cidade.

Herbert Lago Castelo Branco
Poeta e Escritor