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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A CALUNIADORA

Ela morava numa pequena cidade. Sua língua era o flagelo do povoado. Ninguém agüentava viver perto daquela mulher.
Certo dia, uma de suas vítimas apresentou queixa ao juiz. Este pegou um papel e nele escreveu o nome da pessoa caluniada. Em seguida, entregou o papel à mulher linguaruda e disse-lhe: “Pica este papel em pedacinhos bem pequenos”.
Tendo ela cumprido a ordem, o juiz falou: “Mulher, vai pelas ruas da cidade e joga um pedacinho de papel em cada esquina”.
Ela fez como o juiz havia mandado. À tarde, voltou e disse a ele: “Senhor, já acabei de cumprir a minha pena. Posso ir embora?”.
O juiz disse-lhe: “Ainda não. Agora, volta pelo mesmo caminho e vai recolhendo todos os pedacinhos de papel que jogou”.
A mulher ficou apavorada e respondeu: “É impossível encontrá-los! Alguns foram para o lixo e outros foram levados pelo vento”.
Então ele lhe disse: “Mulher maldosa! Assim como não consegues recolher os pedacinhos de papel, também não conseguirás recompor a honra das pessoas que caluniaste. Por isso, o teu crime é irreparável!”.

Fonte: Livro Lendas e Fatos a Luz da Fé.
Pe. Luiz Cechinato

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