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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

LEI DO LIXO




Depois de 20 anos tramitando no Congresso Nacional, finalmente foi sancionada em 2 de agosto a lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos.O tema passou quase despercebido na agenda midiática nacional. Foi encoberto pelo desfecho das impugnações de candidaturas ao pleito eleitoral de 2010.Em tese, a nova legislação responsabiliza a sociedade pelo desfecho do lixo. Poder público, empresas privadas e os cidadãos passam a “gerenciar” os resíduos a partir da nova legislação.Um dos impactos será a extinção dos lixões, principalmente nas capitais e cidades médias, substituindo-os por aterros sanitários, num prazo de dois anos.Sem os lixões, a meta é acabar com a figura bisonha do catador de lixo e transformá-lo em trabalhador de materiais recicláveis.As novas denominações chegam à ponta da cadeia do lixo. Resíduo é tudo aquilo que pode ser reciclado ou reaproveitado. E rejeito é a escória imprestável.A lei obriga empresas de agrotóxicos a criar mecanismos de recolhimento das embalagens vazias, cujo efeito danoso ao meio ambiente prolonga-se mesmo após a utilização dos produtos.Pelo exposto, percebe-se uma legislação de primeiro mundo para o Brasil, onde a prática mais comum (do pobre à classe média) é jogar lixo pelas janelas dos carros e dos ônibus em qualquer rua.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

ESTÁ NA HORA DE PENSAR NOS 100 ANOS DE CHAPADINHA, OLHANDO PARA 2038.




AS MUDANÇAS TÊM DE SURGIR A PARTIR DE AGORA. O CAMINHO É LONGO E ESSE TIPO DE TRANSFORMAÇÃO NÃO SE FAZ DE UMA HORA PARA OUTRA.

Está na hora de pensar nos 100 anos de Chapadinha. Tudo depende das ações postas em prática hoje pelos governantes e pela população.
O projeto Chapadinha 100 anos é um planejamento estratégico elencando os principais problemas enfrentados pelo Chapadinhense. Se nenhuma providência for tomada no futuro próximo, Chapadinha sofrerá ainda mais com a desigualdade social, superpopulação e desemprego quando estiver prestes a completar 100 anos. Como será o sistema de saúde, o trânsito, a segurança pública, a educação, o abastecimento de água e o meio ambiente nessa época? Essas questões devem ser planejadas a partir de hoje.
Entre as principais preocupações para os próximos 28 anos estão a desigualdade social, as condições de trabalho e a geração de renda da população. Faltam oportunidades na nossa cidade. Hoje, vemos uma juventude esquizofrênica, que não trabalha e não vai à escola.
O cuidado com o meio ambiente também preocupa. A chapada ou cerrado maranhense é o bioma que mais sofre com a ação humana. Um dos principais sinais desse descuido são as queimadas e o desmatamento descontrolado para o plantio de soja.
As mudanças têm que surgir a partir de agora, o caminho é longo e esse tipo de transformação não se faz de uma hora para outra.
Pressões demográficas incrementam a desigualdade social, aumentam a violência e sobrecarregam o sistema de saúde, a educação, a segurança e o abastecimento de água potável .
Essa iniciativa ou projeto deve ser dividida em etapas. A primeira é olhar para 2038 quando Chapadinha completará 100 anos e definir quais as tendências e o que a população espera do futuro, e então traçar quais atitudes que deverão ser adotadas hoje para se alcançar os resultados esperados. A urgência é absoluta!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

OBRAS PRECISAM SER CONCLUÍDAS




Certas datas viram marco. Emblemáticas, tornam-se referência para iniciar ou concluir ações que suscitam grandes expectativas. É o caso da reforma na entrada de Chapadinha e das Avenidas Ataliba Vieira de Almeida e Presidente Kennedy.
Passados um ano e sete meses de mandato da gestão “CONTINUIDADE E DESENVOLVIMENTO” e não se tem uma perspectiva de bater o ponto final. Caso mais gritante é a pavimentação da entrada de Chapadinha e a Avenida Ataliba Vieira. Apesar de estratégia, a obra engatinha. A falta de conclusão causa transtornos, acidentes, estresse e constituem prova de descaso.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

LUGAR DE LIXO É NA LIXEIRA!




A falta de educação também costuma chocar a gente. Flaguei uma motorista jogando uma garrafa plástica no chão, antes de entrar em um carro de luxo, na porta de uma loja no centro de Chapadinha. Cheguei perto, peguei a garrafa e joguei na lixeira que estava bem próximo. A mulher ficou sem graça. Uma criança que estava com ela comentou algo, mas eu não escutei. Penso que deve ter ficado chocada também.
Atualmente as crianças são as que mais têm essa consciência . E cobram dos pais, demonstrado preocupação com a questão. Com frequência, escolas das redes públicas e privada fazem trabalhos de conscientização com os pequenos para evitar que se transformem em adultos mal-educados como essa senhora.
Os pontos de alagamentos, inundações e o acúmulo de água da chuva provoca verdadeiras enchentes nas cidades.
A limpeza frequente das praças e ruas miniminiza o problema, mas não resolve definitivamente. É preciso que a população tenha mais consciência, caia em si e pare de jogar lixo nas praças e ruas.

terça-feira, 20 de julho de 2010

COLÉGIO O PEQUENO PRÍNCIPE DE CHAPADINHA FIGURA ENTRE AS VINTE MELHORES ESCOLAS DO MARANHÃO





A divulgação do ranking das escolas mais bem avaliadas no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) não traz grandes novidades, mas ensina lições. O título de melhores instituições continua em mãos da iniciativa privada. Entre as 20 melhores escolas do Estado do Maranhão – redes privadas e públicas apenas 4 são públicas federais. Entre as 20 melhores figura na lista em 17ª colocação com média de 638,06 o Colégio Pequeno Príncipe de Chapadinha. Vale a questão: que lições ensinadas pelo Colégio Pequeno Príncipe poderiam ser expandidas para o ensino público de Chapadinha?

Isso muito nos orgulha e por isso quero parabenizar a Diretoria do Pequeno Príncipe e todo corpo docente da escola.

As 20 melhores escolas do Maranhão - redes privada e pública:


1º – São Luís (privada) – Centro Educacional Montessoriano – Média (693,37)2º – São Luís (privada) – Jardim Escola Crescimento – Média (692,29)3º – São Luís (privada) – Educator – Média (683,92)4º – São Luís (federal) – Instituto Federal de Educação CIE – Média (677,47)5º – São Luís (federal) -Instituto Federal de Educação CIE (EJA) – Média (672,71)6º – São Luís (privada) – Dom Bosto – Média (663,04)7º – São Luís (privada) – Santa Teresa – Média (661,39)8º – São Luís (privada) – Upaon-Açu – Média (660,42)9º – São Luís (privada) – Dom Pedro II – Média (660,17)10º- São Luís (privada) – Literato – Média (653,3)11º- Imperatriz (privada) – Adventista – Média (646,71)12º- São Luís (privada) – Bom Pastor – Média (645,53)13º- São José de Ribamar (privada) – Marista Araçagy – Média (645,16)14º- Imperatriz (federal) – Cefet – Média (642),5715º- Imperatriz (federal) – Cefet (EJA) – Média (640,52)16º- Imperatriz (privada) – Dom Bosco – Média (639,09)17º- Chapadinha (privada) – O Pequeno Príncipe – Média (638,06)18º- Codó (privada) – Olympus-Yesi – Média (637,25)19º- Imperatriz (privada) – Santa Teresinha – Média (635,7)20º- São Luís (privada) – Pitágoras – Média (634,4).

quinta-feira, 15 de julho de 2010

ROSEANA SARNEY E JACKSON LAGO TEM CANDIDATURAS AMEAÇADAS E PRECISAM DO AVAL DA JUSTIÇA PARA DISPUTAR AS ELEIÇÕES.



Se depender dos procuradores eleitorais, a lista de candidatos que disputam cargos majoritários este ano pode mudar radicalmente.
Com base na Lei da Ficha Limpa e também devido à falta de documentação na hora de registro, foram impugnadas as candidaturas dos principais concorrentes ao governo do Maranhão.
Se a decisão da Justiça Eleitoral nas impugnações for mantida, o caminho do deputado federal Flávio Dino (PCdoB) para chegar ao Palácio dos Leões ficará mais fácil, pois restaram intactos apenas o seu registro e o candidato do PSTU, Marcos Silva. Jackson Lago (PDT) e Roseana Sarney (PMDB) terão que se defender da impugnação.

terça-feira, 13 de julho de 2010

NÃO IMPORTA O CUSTO DA AVENTURA, O QUE VALE É GANHAR.




As eleições deste ano no Maranhão exibem senário de estranho paradoxismo. As candidaturas e alianças formalizadas perante a Justiça Eleitoral apresentam características inusitadas. Algo jamais visto na história dos pleitos eleitorais no Estado do Maranhão. Misturam-se gostos, sabores e estilos num mesmo balaio. O pragmatismo do voto deve ter orientado a bússola dos coligados. A heterogeneidade no processo se explica pelo ânimo utilitarista que os une. É comunhão de meios para alcançar o fim. Não importa o custo da aventura, o que vale é ganhar. O preço a ser pago é a vitória.
Duas principais coligações vão disputar as eleições deste ano no Maranhão. Ambas procuraram unir o útil ao agradável. Reuniram no mesmo cortejo gente de matizes variados. Uma delas abril mão do casticismo de ideias pela conveniência de resultados.
Virou assim um misto de tendências indefinidas. As outras candidaturas, interpostas a essas, não assustam os concorrentes. Perdem-se à sombra dos grandes. É esse arsenal de postulantes que o eleitor terá de arrebatar os preferidos. Não há como fugir da imposição

segunda-feira, 12 de julho de 2010

E-MAIL DO LEITOR


Amigo Herbert,

Digo amigo porque estudei o 1º ano ginasial com você no Manoel Vieira Passos em 1972. Lembra da Dorinha do Areal? Pois é, sou eu mesma.
Excelente as suas matérias postadas nesta sua coluna ou melhor dizendo no seu Blog A PROSA. Você tece perfeitos comentários acerca de vários temas como: trânsito, infraestrutura, política, meio ambiente e etc. De fato, a cidade vem se desenvolvendo e as estruturas se precarizando. Calçadas mal ou nunca construídas, remendos mal feitos, saúde pública inexistente, falta de habilidade de alguns motoristas. É esse o retrato de Chapadinha. Revela também o desleixo, o descaso, o desinteresse, a omissão, a pouca vergonha e, por que não dizer, a cara de pau dos nossos governantes, que, embora a gente veja os recursos sendo repassados, alegam, repetidamente, que não há recursos suficiente para melhorar a saúde pública, para conclusão das obras ou benfeitorias. Trata-se de puro desrespeito a todos nós. Cansamos de tanta conversa fiada ao longo de todos esses anos. Não tratam dos problemas como a situação exige: como responsabilidade e determinação.
Maria das Dores Correira de Souza (Dorinha)

terça-feira, 6 de julho de 2010

EX-PREFEITOS FICHAS SUJAS DRIBLAM A JUSTIÇA




À frente de suas prefeituras, muitos administradores se aproveitaram do cargo e da prerrogativa do foro privilegiado — vencida em 31 de dezembro de 2008, com o fim dos mandatos — para se livrarem das acusações de crimes ambientais, estelionato, contas irregulares, pedofilia e, em grande quantidade, de envolvimento com o trabalho escravo. Esses ex-prefeitos voltaram a responder às acusações na primeira instância do Judiciário. Um deles é o ex-prefeito de Chapadinha, Magno Bacelar, que também é ficha suja e só conseguiu registrar a sua candidatura graças a uma liminar pedindo efeito suspensivo à condenação por contas irregulares e crime de responsabilidade.
Alguns dos ex-prefeitos investigados aparecem nas listas ao lado dos nomes de empresários e pessoas físicas que exploram o trabalho escravo em suas fazendas. As relações são elaboradas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Pelo menos cinco deles tentaram se aproveitar do foro privilegiado para se livrar das acusações de exploração do trabalho escravo feitas pela polícia e pelo Ministério Público.
Herbert Lago Castelo Branco
Poeta e Escritor

segunda-feira, 5 de julho de 2010

E-MAIL DO LEITOR




Prezado poeta Herbert Castelo Branco

É mais do que evidente o descaso com a situação do asfalto nas principais vias públicas de Chapadinha. A recuperação foi prometida em campanha, e pouco depois de assumir o cargo a prefeita disse em entrevista no rádio que transformaria as vias públicas de Chapadinha em um tapete.
Placas anunciando a obra já foram colocadas há mais de seis meses e até agora, nada de conclusão e algumas já cairam no esquecimento. Dos responsáveis pela obra, gostaríamos de saber se sai ou não sai. E se for demorar mais ainda, sugiro que sejam retiradas as placas de propaganda que estão caidas no chão e atualizar o prazo de entrega das outras obras.
Chapadinha merece melhor tratamento do que aquele que tem recebido por parte do poder público. Os motoristas, motociclistas e ciclistas, por uma questão de segurança, merecem vias de melhor qualidade asfáltica, pois hoje mais parecem andar sobre uma britadeira.

Herivelto Carvalho de Lima