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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

UM ACINTE, UMA PROVOCAÇÃO PÚBLICA!



”Em Chapadinha não temos uma Rodoviária decente, os Hospitais e o sistema de Saúde estão em péssimas condições, as estradas do interior estão ao capricho das chuvas e à influência do acaso, as infra-estruturas, o lixo, a entrada da cidade... uma vergonha! Há populações do interior a passar mal por causa das enchentes do ano passado e a seca deste ano. A agricultura está estagnada na tradição de cinco séculos. Há contas reprovadas no Tribunal de Contas e, no Conselho Comunitário de Saúde, o poder público tenta ludibriar a situação de protesto anulando atas, trocando pessoas, encomendando e pagando explicações jurídicas falsas para perpetuar gastos inexplicáveis. Chapadinha parece estância balnear onde algumas autoridades passam dias de férias todas as semanas. Nos últimos anos, o patrimônio público foi esquecido e o muito dinheiro que vem não confere com o pouco ou quase nenhum que se vê gastar na melhoria e desenvolvimento do Município. No entanto, na campanha política, estamos assistindo a luxuosas caravanas de carros com publicidade, a uma exibição exageradíssima de petulância, a uma demonstração de grandeza e opulência de alguém que se quer perpetuar no poder, mas ofende a situação de pobreza de muitas famílias. Enquanto a alguns dá vontade de chorar por tal comportamento público esquisito, esses senhores exibem cara sorridente e satisfeita. Tentam humilhar o povo simples com grandeza e riqueza que nos leva a pasmar e a indignar. Donde vem tanto dinheiro? Uma demonstração assim dá a impressão que quem a faz se sente inseguro, sabe que o povo não vai com ele e então usa o máximo de marketing. Como se pode pagar tantos grupos de apóio em tantos Municípios, satisfazer a ganância de políticos decadentes desejosos de transferir votos para quem bem lhos pagar, encomendar músicas que vão ser ouvidas até á chateação, enfeitar carros, pagar motoristas, comprar equipamentos de som, pagar aluguer de carros, gasolina, e ainda distribuir favores aos montes...? Mesmo que seja tudo isto fruto de dinheiro bem ganho (no que eu não acredito!) tanto exagero é irresponsabilidade, é acinte, é provocação pública, é falta de sensibilidade diante de tanta pobreza! Que moral poderá haver que fundamente a credibilidade do povo para dar votos a estes senhores e senhoras? Onde a competência para representar o povo, se o povo foi sempre esquecido e trocado por interesses individuais? Ai se um dia os pobres abrem os olhos! E, valha-nos Deus, porque ainda tem gente que gosta de ser enganada e explorada!”


FONTE: in Vida Nova - Boletim Formativo e Informativo da Paróquia de N. S. das Dores - Chapadinha // DIRETOR – Manuel Neves // DIRETOR-Adjunto – Pedro José; N°20 – 15/08/2010, p.4.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

"SAÚDE PÚBLICA DE CHAPADINHA RUMO A EXCELÊNCIA"




"O QUE DEVERIA SER CASO DE POLÍCIA VIROU EXEMPLO DE QUALIDADE E EXCELÊNCIA"
Más notícias viraram rotina na saúde pública de Chapadinha. O caos está disseminado e já não cabe a desculpa do estrangulamento do sistema pela demanda de moradores das cidades vizinhas. Essa é apenas parte do problema.
A escassez de remédio indispensáveis a portadores de doenças crônicas e toda sorte de carências (de leitos e profissionais a equipamentos e material de consumo) verificada na rede de hospitais e postos de saúde submetem o Chapadinhense, há anos, a sofrimento descomunal, vexaminoso. A simples marcação de uma consulta pode ser procedimento torturante. Pior quando a fila por atendimento termina com o paciente largado em agonia sobre uma maca, sem o tratamento adequado, privacidade, higiene ou qualquer sinal de civilidade ou humanidade.
Agora não surpreendem, pois, é inacreditável que, com esse cenário, “pesquisa” realizada nos 5.564 Municípios Brasileiros, a Secretária de Saúde Pública de Chapadinha Dra. Maria José Coutinho ficou entre os 100 melhores gestores em saúde pública do país e vai receber o prêmio “QUALIDADE E EXCELÊNCIA NA SAÚDE PÚBLICA”.
Como se vê, a saúde pública de Chapadinha que era caso de polícia virou excelência em qualidade.
Como não deve está a saúde pública nos 5.464 Municípios Brasileiros?

terça-feira, 17 de agosto de 2010

E-MAIL DO LEITOR



POLUIÇÃO SONORA
Causa-nos indignação a poluição sonora decorrente de shows realizados na praça do povo. A qualidade sonora é um dos presupostos essenciais para o direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, disposto no art. 225 da Constituição Federal e em outras normas legais. Os moradores das proximidades da praça, crianças, idosos, cardiopatas, portadores de necessidades e trabalhadores encontram-se diretamente afetados por shows de bandas naquele local, especialmente após as 22h.
Cleonice de Sousa Costa

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

LEI DO LIXO




Depois de 20 anos tramitando no Congresso Nacional, finalmente foi sancionada em 2 de agosto a lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos.O tema passou quase despercebido na agenda midiática nacional. Foi encoberto pelo desfecho das impugnações de candidaturas ao pleito eleitoral de 2010.Em tese, a nova legislação responsabiliza a sociedade pelo desfecho do lixo. Poder público, empresas privadas e os cidadãos passam a “gerenciar” os resíduos a partir da nova legislação.Um dos impactos será a extinção dos lixões, principalmente nas capitais e cidades médias, substituindo-os por aterros sanitários, num prazo de dois anos.Sem os lixões, a meta é acabar com a figura bisonha do catador de lixo e transformá-lo em trabalhador de materiais recicláveis.As novas denominações chegam à ponta da cadeia do lixo. Resíduo é tudo aquilo que pode ser reciclado ou reaproveitado. E rejeito é a escória imprestável.A lei obriga empresas de agrotóxicos a criar mecanismos de recolhimento das embalagens vazias, cujo efeito danoso ao meio ambiente prolonga-se mesmo após a utilização dos produtos.Pelo exposto, percebe-se uma legislação de primeiro mundo para o Brasil, onde a prática mais comum (do pobre à classe média) é jogar lixo pelas janelas dos carros e dos ônibus em qualquer rua.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

ESTÁ NA HORA DE PENSAR NOS 100 ANOS DE CHAPADINHA, OLHANDO PARA 2038.




AS MUDANÇAS TÊM DE SURGIR A PARTIR DE AGORA. O CAMINHO É LONGO E ESSE TIPO DE TRANSFORMAÇÃO NÃO SE FAZ DE UMA HORA PARA OUTRA.

Está na hora de pensar nos 100 anos de Chapadinha. Tudo depende das ações postas em prática hoje pelos governantes e pela população.
O projeto Chapadinha 100 anos é um planejamento estratégico elencando os principais problemas enfrentados pelo Chapadinhense. Se nenhuma providência for tomada no futuro próximo, Chapadinha sofrerá ainda mais com a desigualdade social, superpopulação e desemprego quando estiver prestes a completar 100 anos. Como será o sistema de saúde, o trânsito, a segurança pública, a educação, o abastecimento de água e o meio ambiente nessa época? Essas questões devem ser planejadas a partir de hoje.
Entre as principais preocupações para os próximos 28 anos estão a desigualdade social, as condições de trabalho e a geração de renda da população. Faltam oportunidades na nossa cidade. Hoje, vemos uma juventude esquizofrênica, que não trabalha e não vai à escola.
O cuidado com o meio ambiente também preocupa. A chapada ou cerrado maranhense é o bioma que mais sofre com a ação humana. Um dos principais sinais desse descuido são as queimadas e o desmatamento descontrolado para o plantio de soja.
As mudanças têm que surgir a partir de agora, o caminho é longo e esse tipo de transformação não se faz de uma hora para outra.
Pressões demográficas incrementam a desigualdade social, aumentam a violência e sobrecarregam o sistema de saúde, a educação, a segurança e o abastecimento de água potável .
Essa iniciativa ou projeto deve ser dividida em etapas. A primeira é olhar para 2038 quando Chapadinha completará 100 anos e definir quais as tendências e o que a população espera do futuro, e então traçar quais atitudes que deverão ser adotadas hoje para se alcançar os resultados esperados. A urgência é absoluta!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

OBRAS PRECISAM SER CONCLUÍDAS




Certas datas viram marco. Emblemáticas, tornam-se referência para iniciar ou concluir ações que suscitam grandes expectativas. É o caso da reforma na entrada de Chapadinha e das Avenidas Ataliba Vieira de Almeida e Presidente Kennedy.
Passados um ano e sete meses de mandato da gestão “CONTINUIDADE E DESENVOLVIMENTO” e não se tem uma perspectiva de bater o ponto final. Caso mais gritante é a pavimentação da entrada de Chapadinha e a Avenida Ataliba Vieira. Apesar de estratégia, a obra engatinha. A falta de conclusão causa transtornos, acidentes, estresse e constituem prova de descaso.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

LUGAR DE LIXO É NA LIXEIRA!




A falta de educação também costuma chocar a gente. Flaguei uma motorista jogando uma garrafa plástica no chão, antes de entrar em um carro de luxo, na porta de uma loja no centro de Chapadinha. Cheguei perto, peguei a garrafa e joguei na lixeira que estava bem próximo. A mulher ficou sem graça. Uma criança que estava com ela comentou algo, mas eu não escutei. Penso que deve ter ficado chocada também.
Atualmente as crianças são as que mais têm essa consciência . E cobram dos pais, demonstrado preocupação com a questão. Com frequência, escolas das redes públicas e privada fazem trabalhos de conscientização com os pequenos para evitar que se transformem em adultos mal-educados como essa senhora.
Os pontos de alagamentos, inundações e o acúmulo de água da chuva provoca verdadeiras enchentes nas cidades.
A limpeza frequente das praças e ruas miniminiza o problema, mas não resolve definitivamente. É preciso que a população tenha mais consciência, caia em si e pare de jogar lixo nas praças e ruas.

terça-feira, 20 de julho de 2010

COLÉGIO O PEQUENO PRÍNCIPE DE CHAPADINHA FIGURA ENTRE AS VINTE MELHORES ESCOLAS DO MARANHÃO





A divulgação do ranking das escolas mais bem avaliadas no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) não traz grandes novidades, mas ensina lições. O título de melhores instituições continua em mãos da iniciativa privada. Entre as 20 melhores escolas do Estado do Maranhão – redes privadas e públicas apenas 4 são públicas federais. Entre as 20 melhores figura na lista em 17ª colocação com média de 638,06 o Colégio Pequeno Príncipe de Chapadinha. Vale a questão: que lições ensinadas pelo Colégio Pequeno Príncipe poderiam ser expandidas para o ensino público de Chapadinha?

Isso muito nos orgulha e por isso quero parabenizar a Diretoria do Pequeno Príncipe e todo corpo docente da escola.

As 20 melhores escolas do Maranhão - redes privada e pública:


1º – São Luís (privada) – Centro Educacional Montessoriano – Média (693,37)2º – São Luís (privada) – Jardim Escola Crescimento – Média (692,29)3º – São Luís (privada) – Educator – Média (683,92)4º – São Luís (federal) – Instituto Federal de Educação CIE – Média (677,47)5º – São Luís (federal) -Instituto Federal de Educação CIE (EJA) – Média (672,71)6º – São Luís (privada) – Dom Bosto – Média (663,04)7º – São Luís (privada) – Santa Teresa – Média (661,39)8º – São Luís (privada) – Upaon-Açu – Média (660,42)9º – São Luís (privada) – Dom Pedro II – Média (660,17)10º- São Luís (privada) – Literato – Média (653,3)11º- Imperatriz (privada) – Adventista – Média (646,71)12º- São Luís (privada) – Bom Pastor – Média (645,53)13º- São José de Ribamar (privada) – Marista Araçagy – Média (645,16)14º- Imperatriz (federal) – Cefet – Média (642),5715º- Imperatriz (federal) – Cefet (EJA) – Média (640,52)16º- Imperatriz (privada) – Dom Bosco – Média (639,09)17º- Chapadinha (privada) – O Pequeno Príncipe – Média (638,06)18º- Codó (privada) – Olympus-Yesi – Média (637,25)19º- Imperatriz (privada) – Santa Teresinha – Média (635,7)20º- São Luís (privada) – Pitágoras – Média (634,4).

quinta-feira, 15 de julho de 2010

ROSEANA SARNEY E JACKSON LAGO TEM CANDIDATURAS AMEAÇADAS E PRECISAM DO AVAL DA JUSTIÇA PARA DISPUTAR AS ELEIÇÕES.



Se depender dos procuradores eleitorais, a lista de candidatos que disputam cargos majoritários este ano pode mudar radicalmente.
Com base na Lei da Ficha Limpa e também devido à falta de documentação na hora de registro, foram impugnadas as candidaturas dos principais concorrentes ao governo do Maranhão.
Se a decisão da Justiça Eleitoral nas impugnações for mantida, o caminho do deputado federal Flávio Dino (PCdoB) para chegar ao Palácio dos Leões ficará mais fácil, pois restaram intactos apenas o seu registro e o candidato do PSTU, Marcos Silva. Jackson Lago (PDT) e Roseana Sarney (PMDB) terão que se defender da impugnação.

terça-feira, 13 de julho de 2010

NÃO IMPORTA O CUSTO DA AVENTURA, O QUE VALE É GANHAR.




As eleições deste ano no Maranhão exibem senário de estranho paradoxismo. As candidaturas e alianças formalizadas perante a Justiça Eleitoral apresentam características inusitadas. Algo jamais visto na história dos pleitos eleitorais no Estado do Maranhão. Misturam-se gostos, sabores e estilos num mesmo balaio. O pragmatismo do voto deve ter orientado a bússola dos coligados. A heterogeneidade no processo se explica pelo ânimo utilitarista que os une. É comunhão de meios para alcançar o fim. Não importa o custo da aventura, o que vale é ganhar. O preço a ser pago é a vitória.
Duas principais coligações vão disputar as eleições deste ano no Maranhão. Ambas procuraram unir o útil ao agradável. Reuniram no mesmo cortejo gente de matizes variados. Uma delas abril mão do casticismo de ideias pela conveniência de resultados.
Virou assim um misto de tendências indefinidas. As outras candidaturas, interpostas a essas, não assustam os concorrentes. Perdem-se à sombra dos grandes. É esse arsenal de postulantes que o eleitor terá de arrebatar os preferidos. Não há como fugir da imposição